...Apenas porque queria ler, sem maiores pretensões...
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Se é pra conviver...
Já que, se é pra conviver, observo sempre em dobro, para que se sintas bem comigo.
Então se é pra conviver, digo para escolher muito bem com quem convives.
Já que, nesse silogismo, com quem convivo mostrarás onde erro e será onde vou querer mudar,
que na minho opinião, aprimorar deve ser pra melhor.
É a convivência que mostra possíveis erros.
Consciente ou - quase sempre - inconscientemente.
Vivência e convivência. Erros como quiser interpretar.
Mas se quer saber, francamente, para qualquer erro que apontar,
eu digo que é porque respiras errado...
E por isso, também fica aí se apegando no pensamento errado,
que fica aí, achando que é seu...
sábado, 18 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
arrasta solenemente todos consigo,
pelas cordas do que não tem outra definição que amor.
Mas amor cego e até mesmo fraco,
daqueles que tenta ajudar dando o peixe,
já que ensinar a pescar não surte efeito.
- saia daqui,
saia da minha casa,
saia do meu domínio
e vá embora então...
-LEVE consigo todo seu ódio,
sua tristeza e alienação!
Pois se quer saber de mim,
vc merece é um murro na cara,
só pra ver se aprende a reagir,
só pra ver se assim vc acorda...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Minha bicicleta é uma tomada liga-desliga de humor
Se desco, a gravidade pesa,
velocidade acaba,
e reclamações me vem a mente,
é preciso observar, pra deixar passar...
Mas quando monto, é só alegria,
vento e velocidade,
é só observar as coisas passarem...
e que passam, inevitavelmente, rs...
E quando desco,
o frio não existe mais,
nem a - 0 graus,
tratamento de choque, rs...
o corpo é tão quente,
e tão presente,
deve ser o tal Ki,
ainda mais forte,
nessa mistura de exercício físico e meditação...
Daí quando monto, é só alegria,
vento e velocidade,
observando as coisas passarem...
assim é fácil meditar!
a subida, nesse estado, nem parece subida :)
E minha bicicleta ainda acha que é carro!
até me pego olhando no retrovisor!
domingo, 5 de dezembro de 2010
in silence
in silence, one shall stay,
in here, and in now
in silence, this is how...
sábado, 4 de dezembro de 2010
tenho pensado em como adquirir a postura zen, tal como descrita lá no arqueiro zen, só que andando de bicicleta, principalmente na subida. Curioso é o quanto é atrativo e automático, pensar na possibilidade e ela vir a existir, na subida!
Bom, tenho ainda alguns meses para conseguir tal mérito, rs...
:)
domingo, 28 de novembro de 2010
Abre "ásperas"
Verás em mim o que não sou,
pois como espelho,
projetas teus próprios desejos..
E com o tempo,
terás de mim o que não tenho,
até ver que já não existo mais..
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Venham
Envelheçam ao meu lado,
Eu não poderia querer diferente.
Pois do dia em que sentei ao seu lado
E perguntei seu nome,
Tagarelamos meio mundo,
Anos e anos,
Que hoje a saudade é mais forte,
E a dor no peito é quase inexplicável,
E só quero ver seus sorrisos,
sua vida está cada vez mais linda,
repleta de todos os seus sonhos,
é tão lindo.
E imaginar que não somos mais crianças.
Mas venha,
Envelheçamos lado a lado,
Que eu não poderia querer diferente.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Dá-lhe dá-lhe zen!
Não é o pensamento,
em que tens que confiar.
Não é nem mesmo o que racionaliza.
Movimente,
eis o que o corpo tem a dizer...
Siga sua música
passos, ritmo, um, dois, três....
Veja a saga do corpo,
dualidade da vida,
E entendas teu próprio movimento
e movimente tua propria energia,
faça-a circular a seu favor,
e não à favor das circunstâncias!
Dá-le ioga, dá-le meditação,
Neikung, Aikido, Kung fu, respiração...
Dá-lhe dá-lhe zen, eheheh
movimente!
domingo, 21 de novembro de 2010
Santo Expedito é o cara!
Foi só pedir,
Saiu a convocação para o Visto!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Nossa!!! Sensação maravilhosa de gratidão!!!!
Que só tenho a agradecer à Santo Expedito!!!!
E a todos que oraram também comigo!!!!!!!!!!
Brasil, finalmente, lá volto eu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
sábado, 20 de novembro de 2010
Ensaios de Estanbul
sábado, 13 de novembro de 2010
bumerangue
uma criação.
- Eis o porque é bom mesmo escolher bem as palavras.
É, pois, tua intenção jogada ao universo,
e que volta,
que nem bumerangue.
Como a física das coisas,
ação que gera reação,
e digo, na exata intenção jogada...
Talvez por isso hesitei
falar da tristeza em ver-te assim,
na desistência das coisas..
Verdade é,
é o que ama que deve seguir.
mas ainda nem isso fazes...
aliena-se no medo das coisas,
não vive...
Porque os dias passam,
e tudo o que faz é engordurar o computador...
Sei que não devia falar,
da tristeza em ver-te assim,
na não-apreciação do que tens.
Então acho mesmo que vou orar,
para que te tenha amor e abra os olhos,
aqueles que enxergam por você
te esperam,
de braços sempre abertos.
E que não tardes a vida inteira.
Namastê.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Seda
Como te passa, em nervos,
Perpassa como se queimasse,
Queima como se passasse
Como se rasgasse sem pena...
Dá-te sua dor,
Que infernal, transforma-te em sagrada,
Salvaguardando teu extremo,
Que em luz divina, mergulhe,
Que respire sendo em si mesmo,
Acalmando e aquietando-se
Rumo ao forte que és..
Que faça circular,
tua magnífica energia,
Por assim dizer, divina...
abençoando e limpando
teu veículo - corpo,
em fluxo,
pulso e irradiação,
- Que faça pulsar,
tua magnífica energia,
por assim dizer divina,
em fluxo, pulso e irradiação,
- Que faça bombear
tua magnífica energia,
por assim dizer divina,
em fluxo, pulso e irradiação,
- e que Irradie
tua magnífica energia,
por assim dizer divina....
em fluxo, pulso e irradiação...
E que,
Para além e muito mais além,
Tenha somente sobre si os fortes,
Em eixos e benção,
Os fortes,
Encontrem em ti, afinidade,
Em fluxo, pulso e irradiação,
Abençoem, e como anjos,
Em um simples toque,
E seda paz,
Irradie,
Em fluxo, pulso e irradiação.
sábado, 30 de outubro de 2010
toc toc toc toc
...
... o quanto existo,
no quente do frio,
contraste dos passos
espaço entre a jaqueta e o ar...
...E a chuva vem parecendo testar
se ainda quero falar ou escutar
meu guarda-chuva rosa lhe brindar as boas vindas.
...E o vento vem parecendo testar
se meus pés ainda estão no chão,
quando já confundo-me com esse calor
que o frio me gera,
....
...toc, toc, toc, toc,...
...e eu que pensava que em bota fechada não entrava água...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Barrigada, dá-lhe academia!
E eu que pensava falar da vida alheia, olha sóóóoo, olha aíiii... tava era falando de mim também hehehe... que coisa....por isso eu digo que é melhor pensar menos e respirar mais!!!!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
...Desce, Petrúkio, desce!
não falar mais de saudade, não falar mais de desgasto, do calçado de meu desespero
de querer colo, casa, comida e roupa lavada.
Passa tudo passa,
instantaneamente.
Sou um som constante e berrante,
sonolentamente,
vago por aí...
Eis que nasce um novo eu
à maestrar tantas informações do eu que quer me cercar,
veja bem,
abra os olhos.
...
mas ainda quero o colo, o barulho,
o bom dia, não pule na cama, desce Petrúkio.
Desce!
Da Força Amiga - poesia de Alika Finotti
Sob o sol
Tudo é claro
Cá está
A cor perdida!
Nunca se perdeu
Que está dentro
Mas cá está
A luz
Única redenção.
Do repouso ardente
Sob o pai feroz.
Uma favorita no estéreo
Poucas perguntas
O poder
É certeza cega
Tateando
As esquinas cúbicas
Da perdição cinzenta.
Sob o sol
Mais sol
Fogueira
Brasas de mim
Velas incenços cachimbos
Todos os sóis do homem sob o sol!
O Rei
Grita quieto
Ouço seu berro:
Vinde a mim!
Vinde ao oráculo solar!
Ouçam o que tenho a dizer!
Mas cá:
Cá no trópico
Cá no matagal labiríntico
Cá nos meus domínios,
Vinde mais vinde bravo
De braba bravura
Sob o compasso
Rígido!
Ouçam!
Filhos da terra e da água,
Ouçam o que diz a grande voz
Do silêncio violento
Da cintilância violeta:
Cá
Cá estás forte!
Cá tens todos os amigos
E também os melhores inimigos.
Olha-me de frente -
Não tema a dor
Beba o trago restaurador
E da novidade -
Do enlace
Que se já desenlaça
Leva o fogo
No peito e no ventro
E rodopia
Rodopia:
Entenderás.
Sob o sol
Agora bebo
E o pássaro
Inflamado
Abre seu primeiro vôo
terça-feira, 12 de outubro de 2010
efemerização
No momento em que a gente se dá conta dela.
Exatamente quando cai a ficha,
Quando vem uma crise de fim de adolescência,
De que não somos os donos do mundo.
Então os arquétipos vão aos montes,
Desde o tô-nem-aí ao exageradamente-preocupado,
Fobias humanas, ilusionando e tapando os olhos com o medo,
Quando achamos tanto que sabemos das coisas,
Que deixamos de aprender um pouquinho mais sobre nós mesmos,
E sobre o que poderíamos fazer para o mundo.
Mas a gente já sabe que a vida é efêmera
E que foi ainda muita sorte permanecer criança,
Seja por ter vivido a infância descobrindo,
Seja por querer ainda descobrir o quão mais de efêmero
Tem nessa eternidade da vida humana,
Porque quando descobre e vem à luz,
É que nem o parto que trouxe ao mundo,
Deixando o mundo antigo para trás,
E nada é como antes,
O choro anuncia a mudança,
Não somos mais os donos do mundo.
E a sacada vem quando entendemos,
Que nunca fomos e nem nunca seremos.
Mas a gente sabe que a vida é efêmera,
E que foi muita sorte ainda permanecer criança,
Cada mundo novo uma nova surpresa, uma nova saudade,
Como um processo eterno de efêmerização
Do processo de tomada de consciência das coisas.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Chá marroquino
se o arroz sai salgado demais,
ou joga-se fora, ou a pressão fica alta.
Porque o trem é assim mesmo,
a vida passa
e se não prestar atenção a louça acumula,
e ainda corremos o risco de se acomodar nos copos descartáveis...
É habituar-se até acostumar,
mas não vá perder o rumo
para não virar o hábito...
E vamo indo, assim mesmo, vai que dá,
até mesmo porque
as malas parecem o próprio símbolo de poder sempre ir embora...
O vento trás a poeira,
mas também refresca e renova o ar,
e atenção ao chão, saiba onde pisar,
mantenha a guarda e saiba aproveitar,
que s´en fiche la parole,
chá marroquino, ora bolas,
quando mais senão agora será?
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
soit ravie c´est la vie :)
oui,
le temps n´est pas le même.
On peut avoir ce qu´on veut....
moin le temps.
On dit soit le temps,
on dit soit la vie,
on dit soit le moment,
mais,
ce que je veuille
c´était prendre le temps
pour moi même,
je toujours voudrais ça
prendre le temps moi même!
mais non,
on dit
laissez faire,
laissez passer,
et soit ravi(e)
c´est toujours la vie...
Comovidamente
Mente comovida,
Vida Comovente.
Como vida e mente.
Comovente a vida
Vida como mente.
Comovida a mente,
Mente como a vida
Vida comovente.
Comovidamente.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
E não raro é
e eu - que rondo a força e a vontade,
sigo.
Quando consigo deixar o silêncio entrar,
que paz.
E que raro.
Não raro é,
porém,
a incessante e inquietante mente,
me consumindo tempo, contexto, força e verdade,
e vontade.
Ah, ainda guerreando em mim mesma,
por vezes consigo, ora tregua e ora vitórias,
quando me vêem as árvores, o vento...
ah,.. ainda assim,
que saudade de mim mesma;
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
catch!
subindo não sei quantos andares,
prateleiras e mais prateleiras,
pó atrás de pó,
atrás de espirros e mais espirros.
Tinha deixado anotado,
tinha que estar ali,
podia jurar!
mas não,
não existia no dicionário.
Foi então que parei de novo,
já não podia resgatar mais tantas memórias,
não tinha mais espaço,
não tinha mais onde por.
Sentei.
Fiquei, então, assistindo a prateleira,
livros, pós, poeiras e memórias,
catálogados à cores,
organizado por vidas,
assisti uma a uma,
sem ainda esquecer,
no entanto,
a palavra que vinha a procurar.
Deixei de lado então a segunda pausa,
livro por livro, cantando nota por nota,
sem mesmo palavras, tua lágrima me veio no ar.
Catch!
domingo, 3 de outubro de 2010
Toda luta - by Patrícia
De Patrícia Ribeiro Vieira
"É sempre contra a insanidade dos dias,
Que como braços que furam a água ao nadar,
Pensamentos flechas cortam a dinâmica do ar:
à busca incessante da sanidade comum.
Do que seja cortante o suficiente para distinguir
as frases, momentos e culturas.
Um esforço que consome o brilho interno,
No brilho reflexo de achar não obviedades,
Quando tudo o é raro, tem face de raso e óbvio.
Como que espancar camadas de ar espesso,
Perpassando-a com cordas justas de retesa:
A realidade tão fosca que prende os pequenos na fome.
Que do meu sonho, eu nunca me desconcentre.
Mas que descrente eu me faça de tudo que me afasta Dele.
Por uma nova cultura de comum.
Por novas poesias de vida."
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
verdades.
inventada pelo homem
exprime verdade,
verdade é que
falamos aqui de uma verdade
inventada pelo homem.
que verdade conhecemos senão,
então,
aquela(s) que criamos?
assim como o seu feio e bonito,
plano,reto,rondondo...
mas que assim seja,
arte.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
...no díaa em que eu saíiii de casaaa!!!
[12:43:16] gabriela.g.b.lima: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
[12:43:28] Patrícia Ribeiro Vieira: O restante da música: "Eu sei que ela nunca comprendeu os meus motivos de sair de lá, mas acontece que depois que cresce o homem vira passarinho e quer voar, eu bem queria continuar alí, mas o destino quiz me contrariar
[12:43:36] gabriela.g.b.lima: (to até imaginando vc gritanto e cantando)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[12:43:46] Patrícia Ribeiro Vieira: "e o olhar de minha mãe à porta, eu fiquei olhando a me abençoar..."
[12:43:46] Patrícia Ribeiro Vieira: heheheh
[12:43:51] Patrícia Ribeiro Vieira: Essa era a intenção!
[12:43:55] Patrícia Ribeiro Vieira: hehehhehee
terça-feira, 28 de setembro de 2010
saudade derisada
por vezes descrita, desafiada, até definida, gargalhada,
te vejo daqui a pouco,
num segundo,
meio minuto,
sem fim,
Tem sim aquele gostinho de eco,
se estende demasiada,
tal risada
de ti a mim.
Tem uma risada infinita,
memoria desfigurada,
ferida estancada,
tua risada pra mim.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Belisque!
para vir e puxar o tapete de suas palavras,
pelo que dizes, pois, será sempre testado,
pelo que és, pois, será sempre testado.
Tem dias que são difíceis,
que me canso de cair, e tropeço mil vezes para ver quanto aguento
Como teste que espera só a desatenção, para me levar, quando a guarda baixa,
Sei que o forte se constroi no dia a dia,
em toda queda que se levanta,
cabeça erguida, a vida continua.
mas somos falíveis, ainda.
a saudade fica forte demais e todo o dia parece tpm,
energia baixa e fantasmas aparecem
se quiser dar um beliscão,
essa é a ora,
adoraria acordar
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
o yin-yang das coisas...
Se não confundisse com a cachoeira banhando seus pés,
Enraizados em lama, é preciso, pois, sentir.
O quente e o frio, entre o corpo e o chão.
Poderia imaginar que andara até o pôr do sol, aquele dia,
Demasiado passo, este largo do coração,
que quisera voar, para além e muito além de velejar.
Poderia supor tua palavra,
recorrendo ao calor que produzia teu silêncio,
Poderia achar que, vendo assim, caindo,
desistira,
mas quisera novamente o vento,
quisera novamente o poço,
quisera enfim fora de si,
o grito que não era seu.
Quem diria que poderia ser assim,
como queda de cachoeira
após a caminhada de uma vida inteira,
quando lá do fundo buscava por ar,
e veio à superfície, e esta que te veio
na mais perfeita ordem do yin-yang das coisas.
E haveria de ser teu próprio compasso,
já demasiado quente e,
contratizendo arrepios, frios, gritos e tremeliques,
contradizendo a cegueira momentânea
reflexo do sol, ao abrir os olhos e respirar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
rilhar
pois se vivos hão
à toda parte,
sempre peco à perda do valor,
já que palavras nunca conseguem descrever o inteiro,
aliás tá aí quando são detestáveis,
as palavras,
ta aí, quando queria mesmo a telepatia do teu silêncio,
e então a poesia brilha o teu olhar.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
"Andarilear" - by 'Patrizia'
"Andarilear
(texto de Patrícia Ribeiro Vieira)
As variáveis da vida são incontroláveis. Haja gana para vencer o medo do que está por vir. Haja confiança para entender que o céu é maior e que toda a respiração orgânica do universo reside no inseto que pousa sobre o livro. Haja sabedoria para entender como que a gravidade nos serve de oleiro, nós vasos de barros.
Quais são os vetores físicos e os ângulos de seus movimentos sob e sobre o ar que penetra sua corrente pensamentícia e lhe dirige a palavra? Quais as composições que expressa e não expressa? Quantos tempos para seu compasso? Como decifrar o grande compasso, com tanta dor? Como não lapidar a alegria ao abrir os olhos para o mundo do outro? Pois dizem que o pulso ainda pulsa.
Ahhhh!! Raga-se o ser, pois muitas vezes não É, rasga-se o ser pela vontade de compreender a loucura para que não fique louco. Como equilibrista que repousa sobre os anéis do ar para que, em vão, não pise o chão. Que a normalidade não passa de um parâmetro com direção e sentido que vale ser compreendido, para que talvez, ao desvender a loucura, passe o louco a normal. Pois, a vã normalidade, é anormal. Perde-se o sentido porque quer sentir. Haja profusão de parâmetros para rasgar a célula velha e multiplicar novas, sem visão empresarial. Uma comunidade captada pelo o que não se diz divide-se em abismos nas rotinas, como aqueles que furam a onda de um grande mar razo, perigo de quebra, onda, vida, ahhh modernidade sufocante. Paralisia da pecúnia venosa.
Todos os tempos nesse mesmo segundo que agora passa e perpassa a corrente elétrica pensamentícia que afoga a alma.
Perde-se o sentido ao achá-lo...
Saudades do sertão, água de cacimba, vagalumes e lumiares...
Nele a pele reflete o brilho da força dos lombos.
Seres, sereis, visto que não mais jaz o São."
- texto de Patrícia Ribeiro Vieira
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
kid
- kung fu - Ki - respiração - força - concentração - meditação - superação - aikido, definitivamente tenho que achar logo um lugar para treinar...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Sussa
...Acho que é de quando a gente sente que talvez teria melhor ido pra direita, e não pra esquerda... quase como dizer, talvez era melhor ter sido destra, e não canhota...
Onde é o silêncio? Logo ali, onde começa o yin e termina o yang.
Ohm aspas triplas, peneirando o fino pra se chegar no silêncio.
OHM aspas triplas!!!!!!!!
Alika!
Alika diz:
oie!!
tdo bom??
Gabriela diz:
e ai, tudo bem?
Alika diz:
tudo caminhando aqui
Gabriela diz:
éee
muita alegria
ow,
mas é toda alegria que tenho aprendido a ser de um tempo pra cá,
Alika diz:
eee coisa boa!!!
cintilando alegria!
talvez eu sei oque é
Gabriela diz:
mas e você, como está, que tem feito?
Alika diz:
passando uma epoca treta
mas ja ta melhorando
tou nadando pra superficie
tou me redescobrindo, eu sinto
e ao mesmo tempo conseguindo me reaproximar de projetos que ficaram em hold (livros, musica..)
Gabriela diz:
desviou não, só foi um caminho diferente, impossível desviar de quem é, sabendo que se é o momento, o momento é você. Impossível desviar,
Alika diz:
tou lutando pra me alcançar..
sim!!!!
voce tem toda razão
mas fingindo que existe o sentido morfológico de 'desviar'... foi isso que aconteceu em algum nivel
não por causa de outros nem nada
processos meus
Gabriela diz:
essa luta toda termina com consciência das coisas, desvios são inconsciência, inconsciência gera inquietações e a gente vai sentindo que talvez nao seja por aí, mas na verdade é, é por aí, é chacualhando que a gente peneira o fino
Alika diz:
não existe erro, porque tudo é como tem que ser ("perfeito")... mas a gente sabe oque é nosso melhor, oque são nossos sonhos, e o que são as trilhas pra abrir..
verdade
Gabriela diz:
ow
depois que eu comecei a fazer aikido
Alika diz:
(quero te mandar um link!)
nossa, que lesgal!!
Gabriela diz:
foi impressionante a quantidade de energia que comecei a presenciar em mim e projecoes e tudo mais, tudo ligado a respiracao e imaginacao
Alika diz:
http://www.youtube.com/watch?v=aXLgDcoxiJo
que demais!
voce ta vivendo um grande despertar!!!
tenho visto essas coisas de uma maneira tão nova...
tão mais 'real'
na época do 'Velejador' eu vivi tudo aquilo, porque acreditei cegamente e FUI, sabe?.. depois eu vivi a rejeição pós-parto, questionei tudo ceticamente, me afastei de todas as fés... hoje parece tudo foi reconfirmado por outras vias e teorias
Gabriela diz:
to agora procurando um dojo aqui em aix onde to morando, porque me sinto acordada mesmo com a pratica regular do aikido
(tá puxando o video)
Alika diz:
a espiritualidade extrema que descobri e reneguei, hoje acredito nela acima de minha própria crença, se tornou uma certeza, através da profunda averiguação e questionamento
que legal, meu.. aikido é mto legal mesmo
Gabriela diz:
acreditar
tá aí uma palavra que eu tenho hmmm.. como dizer, acho que uma rixa
eheh
sabe pq,
Alika diz:
heheh me cont
Gabriela diz:
acreditando ou nao as coisas estao lá.... (essa é a rixa).... mas hoje sou completamente diferente, pq acreditar é colocar força em algo, e daí vc literalmente molda seu proprio mundo, são as coisas que acredita que fazem o seu mundo, tipo o vento que vc sopra são as nuvens que vc forma
(uau, vou até publicar isso lá depois)
Alika diz:
éé
então
acreditar é como uma necessidade fisiologica até!
ele é uma 'ferramenta' do ser, pra crescer em força, mesmo que pra isso se use da 'mentira', da ilusão
Gabriela diz:
isso
Alika diz:
nessa medida, a ilusão da 'crença' é tão crucial pra sobrevivencia quanto a busca pela 'verdade absoluta' que tanto ocupa as pessoas...
Gabriela diz:
pelo visto (conscientemente - pq é a primeira vez q percebo) acabo de superar essa rixa antiga minha, e vc é testemunha ahahaha
Alika diz:
UHEUHEUHEHU
acreditar 'faz bem'
mas isso não tem nenhuma relação de obrigação pra com 'a verdade'..
Gabriela diz:
auau q bem combinado essas palavras
Alika diz:
esse é o xis, eu acho
Gabriela diz:
nao,
Alika diz:
a verdade num sentido cientifico mesmo, como a gente busca hoje
Gabriela diz:
a verdade se molda,
mesmo essa
Alika diz:
sim sim
Gabriela diz:
afinal toda verdade cientifica ainda depende de quem observa
Alika diz:
é que vc ta falando da verdade cá entre nós
dos desbravadores que estão além
eu quis dizer a verdade no sentido 'popular'
Gabriela diz:
ahhh
ehehhe
Alika diz:
a verdade que é buscada como esse bem supremo, como o proprio objetivo da sociedade como um todo
queremos a verdade cientifica pois ela permite o 'avanço técnico'
Gabriela diz:
essa é ainda mais fácil, eheheh, basta consultar os ditados populares, dizem muito a respeito, pelo menos, tipo indicios
Alika diz:
a verdade nossa (dos artistas) é diferente, ela não busca o avanço técnico como objetivo final pro homem
isso talvez seja a alma dessa coisa mecanicista
do mundo moderno
buscamos a iluminação na ciência
mas a verdade mais poderosa está na arte (a filosofia como 'arte de viver', incorporando ciência e religião)
só a arte do filósofo pode oferecer uma 'verdade que traga evolução'
Gabriela diz:
e a ciencia, pra chegar na iluminaçao, vai cair no acreditar, se já nao está caindo, se formos à física quantica, é por aí que ela vai
Alika diz:
evolução espiritual
evolução do gosto, e do hábito
é verdade né
acho que o grande CLASH da nossa geração é esse
Gabriela diz:
consciencia
Alika diz:
a ciência já comprovou o universo 'místico' como real, só chamando de outras maneiras
Gabriela diz:
escutei o video, parabénsss!!!!!!!!
Alika diz:
mas não adianta só ter a explicação científica pra viver, podemos 'compreender' o mundo muito bem, mas pra conseguirmos viver precisamos de vontade
ebaaaaa
massaaa curtiu???
Gabriela diz:
gosteiii sim
Alika diz:
foi a primeira vez que rolou num chill-out
assim pra uma galera maior em rave
normalmente intervenções eram amis nos espaços alternativos
heheh
Gabriela diz:
poxa que fera
ow, e sabe,
para além da vontade
Alika diz:
sim
Gabriela diz:
é o silêncio
Alika diz:
só a vontade alcança o silêncio?
Gabriela diz:
e essa sensaçao de paz, é ela que vejo projetar no aikido, quando saio do mar, ou quando conheci o iluminado
nao,
mas a gente ultrapassa a vontade
ela é tipo o passo numero 0
Alika diz:
mmm
Gabriela diz:
fundamental, mas primeiro ainda,
Alika diz:
eu acho que é o quatrocentos trilhões e vinte sete....
hehehehehe
Gabriela diz:
vontade sem qualquer dúvida, e quanto menos duvida, mais consciencia
é chacualhando e peneirando o fino, até nao ter mais palavras, até nao ter mais o que se quer experimentar, já se foi tudo e tudo o que restou,
Alika diz:
verdade
Gabriela diz:
é como cair na cachueira, depois de andar um dia inteiro
Alika diz:
entendo!!
Gabriela diz:
é o silêncio, uma sensação de alegria absurda grande imensa,
a gente parece do tamanho do mundo
Alika diz:
o silêncio....
Gabriela diz:
alegria
Alika diz:
é 'ouvir'
'é o que se passa'
Gabriela diz:
são sinônimos, quando se alcanca esse momento
Alika diz:
ops
'é ouvir o que se passa'
já pensou que o silêncio em verdade não existe?
Gabriela diz:
ser o que se passa, nao ter forma, é tudo
(veja que falamos parecido, sua pergunta e minha frase, mas com outras palavras)
Alika diz:
remeteu um trecho do 'águas claras'
ó:
"Às vezes penso em dar um tiro na minha cabeça, não no sentido literal se é que me entende, quero sentir e não mais pensar, mas pensar é legal também, quando é em harmonia com o verde que sustenta tudo. Faz como fizemos nosso beijo, fecha os olhos e dá um tiro na sua própria cabeça e pensa o que você pensaria depois de levar um tiro na cabeça, entende? É o teu suicídio simbólico intelectual,
(...) continua.. aperte qualquer tecla
Gabriela diz:
Alika diz:
é o renascimento da consciência em gaia, mas chega um ponto que não é mais um tiro na cabeça, é um basta, é um chega de dispersão, é centrar, reduzir, é o mais difícil. É ouvir o que se passa, é ouvir.
O silêncio em verdade não existe, porque mesmo o nada contém infinito som de energia secreta. Fazer silêncio é simplesmente tentar ouvir tudo que se pode ouvir, a cada momento. (...) 'continua'
Gabriela diz:
Alika diz:
Por isso morro e nasço mil vezes por dia. Porque é o que acontece, toda vez que paro pra ouvir a vida correr em mim, em torno de mim. O silêncio é sentir o movimento absurdo que estamos no meio, movimento cósmico. Então pouco a pouco vem o supremo relaxamento, o refrescar divino de todos os chakras, o espelho de água que um lago calmo faz."(fin)
(o paragrafo seguinte tbm é legal)
Gabriela diz:
uau
Alika diz:
Fadas rasta ao resgate do minotauro sapecando no raga blueseiro de marca maior. Só o amor conquista o ódio. A parada é cabulosa, mizifí, bica de rolê não tem procom pra reclamar não, o lance é saber a brutalidade inteligente, virar bicho esperto, pra não pular fora do barco quando a náusea extrema do alto mar bater.
Gabriela diz:
uau
(sem palavras) - silencio ahahahah
Alika diz:
UHEUHEHUEUHE
o silêncio não existe....
tudo é '"OHM"'
aspas tripla hehe
Alika diz:
então o silêncio na verdade é RESSOAR O UNIVERSO
uau
nunca tinha pensado assim....
Gabriela diz:
é tudo ""OHM" aspas triplas
adorei
Alika diz:
no fundo é isso
Gabriela diz:
é,
Alika diz:
esse silencio em que tudo se conecta, é quando ressoamos o infinito
Gabriela diz:
OHM aspas triplas
Alika diz:
hehehehe
Gabriela diz:
bom, adoraria ficar falando mais, mas tenho q dormir
aqui são meia noite
e tenho aula amanha de manha
Alika diz:
meu que legal
depois voce precisa falar tambem!!!
Gabriela diz:
falar o que? OHM aspas triplas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Alika diz:
hahahahah
exaaatooooo
A chaqualhada
é porque já sabia,
a chaqualhada era apenas para lembrar:
de toda essa alegria que reaprendia a ser
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
cause every little thing is gonna be just fine
terça-feira, 7 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Lá em casa, me disseram
reina agora o silêncio absoluto,
cortado, de tempos em tempos,
pelas galinhas e pelo petrúkio...
- pra vc vê que coisa,
o barulho vem mesmo dos mais animais.
O silêncio me vem como fadiga,
e a saudade bate exatamente dizem os poemas,
que falta fazem, o tempo inteiro.
E o português já tá saindo meio gringo,
mas canto e sambo, e que vontade de gingar!
deve ser coisa de brasileiro,
já que quase rodei a baiana, de alegria,
só por ter esbarrado com outro brasileiro!
Pandeiro, cavaquinho e bandolim,
até do forró já me orgulho,
capoeira e só me falta jogar futebol,
porque o samba já está no pé,
e eu que dizia que não sabia sambar,
Realmente a identidade se põe à prova,
e realmente toda cultura tem sua beleza.
os traumas e a forlaleza se põem à mostra,
você é você o tempo inteiro,
e precisa o mediterrâneo te dizer,
o dia e a gloria de se conhecer
cada dia e conhecer coisa nova,
provando de todo queijo e vinho,
afinal, o bourdeau aqui é 1 euro e 75 centavos.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Como à mel de flor de laranjeira
Doce estágio entre saudades e moedas de euros,
entre a praia e a biblioteca,
entre o quarto e a cozinha....
Doce mel de lavanda.
: )
domingo, 22 de agosto de 2010
Bonjour!!!!
Doi porque é saudade? O que não mata, deixa mais forte. Pois bem, senão vejamos o quão sólido é este eu. Cada pessoa, lugar e amizade, pedaços e construções de meu ser e caráter, essa pequena dor de saudade parece ser porque tanto dependo, que todo desfalecimento parece também ser o de mim. Bom, verdade é que saudade não tenha matado antes, ainda que tenha levado muitas de mim consigo.
Todo dia eu te amo e deixo o orgulho de ego ferido pra depois. Como algo assim mesmo, forçar o não ter tempo para ter raiva, para sobrar tempo para todo pôr do sol, para que possam, enfim, se pôr com calma, pompa e circunstância, pra você.
Sorriso de graça, abraço de graça, alegria! Orgulho, raiva e tristeza, tem preço, basta olhar o tempo que se gasta com isso!!
!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Soldies - como o inconsciente é coletivo
Solidão dali,
solitude de cá,
silêncio pra lá
e pra cá...
Não passe a linha aqui,
não fale nada lá,
amiga é mesma solidão...
e o resto é caminhão,
caminhão de caminhar...
Solidão daqui
solitude de lá
não vamo falá nada,
e blá, blá blá...
:)
domingo, 15 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
A solitude
já ouvir dizer ,
é o acochego da descoberta do mundo de si mesmo.
emana da solidão,
mas não se sente só.
Eis que em si mesmo basta
e és completo.
e a qualquer momento lembra,
que alegria também se tem em compartilhar,
e qualquer escolha valerá.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A poesia e o sátiro
- tá nãooooo! mas se quer saber, já pode aprender a voar!!! E vê se sai desse sofá, que não tenho o dia todo!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
instanidade
Chorara o lamento da cegueira,
da tristeza insana e feiticeira.
Ela chorara o sinto muito de cada dia,
o sopro entorpecido e destilado
de sonhos e ainda muito mais,
tinha ainda muito mais para chorar.
Ela chorara o quão já não era seu,
nem mesmo a cerca de fé e madeira,
nem mais o vento e o pôr do sol,
que quisera acompanhar,
Ela chorara o quanto já era incerto
Chorara a cidade e o deserto,
o exageiro que seu coração queria formar.
e assim chorou
chorou toda a existência,
chorou o mundo inteiro,
o pai, a mãe, a árvore e o apego,
chorou o amor e o calor,
o obrigado e o aconchego,
e muito muito mais ainda,
tinha muito mais para chorar.
Chorava o dia e a noite,
chorou sem mais porquê,
sem mais saber,
chorou o obrigado e até logo,
o seja bem vindo e amo você,
e chorou,
chorou todo o seu ser
chorou instâncias e mais instâncias de significado,
até mesmo perplexa de alegria,
chorou o vazio do dizer,
chorou mesmo o riso do saber,
chorou toda forma de todo ser,
Ela chorara a existência,
chorou o mundo inteiro
e ainda muito mais que tinha,
tinha ainda muito mais para chorar.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Afronta
daquilo que julgaram
jogaram e afogaram
fogo e terra
num sopro só.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
....
Saboreie a fruta no pé, cuidado ao descer da árvore, para não cair em cima das galinhas que esperam fielmente pelo balde de restos de comida. Se o por do sol vai estar à frente e se o vento compõe o cenário? Já disse mil vezes, ..just dont forget to breathe.. o respirar contempla ações, talvez mais belas e divinas que pensara. Vale sempre lembrar, todo achismo parece um tiro no próprio presente...
ruas
E onde acha que eu estaria, guerreiro querido,
senão ao seu lado,
tirando as vendas de seus olhos,
quando me diz que precisa enxergar...
Porque contigo, me sinto amor.
Meu sol querido, não pranto, não dor.
Poderia eu imaginar tamanha alegria
em seu lado - de fato e coração - comigo, você está.
Vejo em seus olhos, então me acalmo.
São em seus olhos, que eu desvendo.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Guiberiche.......
...
até que a raiva passe
e as coisas voltem a ser somente coisas....
...
guiberichando ...
...
Até que a ansiedade passe,
e pessoas voltem a ser somente pessoas ...
...
- se sobrou tristeza, de tudo que viu passar,
abra a porta da geladeira, deixe o cotidiano entrar...
e vislumbre a alegria de se ser o estar!
- Ginga toda solta, e deixe de ser mané,
venha à fantasia, de pijama, como quiser,
até que poesia, com destreza, te seja fé!
...
... ee guiberichando ....
...
até que a raiva passe
e as coisas voltem a ser somente coisas....
...
guiberichando...
...
Até que a ansiedade passe,
e pessoas voltem a ser somente pessoas...
- se sobrou tristeza, de tudo que viu passar,
abra a porta da geladeira, deixe o cotidiano entrar...
Quem sabe assim, Realeza,
te volte a certeza,
da alegria que se tem em viver e cantar...
:)
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
A poesia e o sátiro
- o que ?
- Pera aí!? deixa eu pensar!
- o que??
- i... agora já foi.
- ..... ! ... isso que dá poesia tentar subir em árvore!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
...
manifestas então por arte,
marciais, suas artes,
aqui e em toda parte,
chama atenção
- estou aqui.
e qualquer nome basta,
e nenhum é tão suficiente,
então todo é bem vindo.
porque não cabe em todo espaço,
não há forma, o universo.
acho que é porque não te digo o nome
que silencia que nem preciso falar,
que vem paz, e vem alegria,
também de Fatihah
O príncipe pede a conta
abobora de carruagem,
o príncipe pede a conta,
e eu só estou aqui de passagem.
Doce ilusória
quer não acordar,
por isso que dorme,
10, 100, 1000 anos luz,
do mundo real,
real? que real?
Que conto conto?
meu salto já doi os pés,
reclamar faz parte mas não condiz,
ora, suba na árvore que verá
o sonho que habita em mim.
pare o mundo que quero descer
- o que? não ouvi? quer mesmo acordar?
zzzzz.....
Zumbizando no ronco do mundo,
mundo do Deus que dorme em mim.
Zumbizando e sonhando,
no ronco do mundo,
sonhando e zumbizando
até acordar, enfim.
Zumbizando e sonhando,
zzzzzzzzzzzzzz.........
quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
the lake stood still
we did it!
once more!
time just stoped!
no beggining, no ending,
just there..
in between spaces,
in between time,
in between dreams
in between realities
freezing the moment just a little bit longer
making each sensation just a little bit stronger...
the lake stood still...being there for when we´d like to be there...
just like home, liking to be there when we can
but just like magic,
and we are the magicians,
we made time stand still...
thank you so!!!!!
so much!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
E não é que é pra valer :) !
Chega que vem o dia, chega à malandria,
chega que a casa tá cheia!
e conversas num corredor, fuchicos e chimicos,
à lá tigre e o dragão,
- pá ! - primeiro golpe de aikido.
- Ai, qui dor...
Tortas, doces e massas,
apetitivos e entradas,
café com pão, café com torrada,
torrada com mel...
sim sim, distraídos à parte,
posta à mesa, anunciado préludio de amizade,
e imagine você, o que mais.
- quase na hora de ir embora
eis que a peça se prega e a piada se faz,
- tá bom, tá bom, mais uma semana então,
fica e faz história.
- pá pum! - segundo golpe de aikido,
- Ai, qui dor..
E então, como se não tivéssemos mais nada pra fazer,
fizemos o tempo render...
"poesia, poesia, poesia, poesiaaaaaaá...
suquinho de maçã"
- aqui não é a Riviera,
e a gente até faz de conta que sabe cantar!
e eu até faço de conta que já não tinha visto o clima no ar,
e o repertório para o jantar: jazz e chocolate quente,
e no dia seguinte, pôr-de-vodka com sol
e pro café da manhã: trilhas e mais trilhas,
trilhas para todos os gostos,
trilha da fauna, trilha do mirante,
trilha da flora - vilã que fez história,
trilhas de cotôcos ...
- senhoras e senhores, pulem de um pé só,
pipipipi-pipiiiiiiiii - eita que o Índice-de-Vai-Dar-Merda tá alto!
- let the ki move you!
.....
Mas não é que é amizade pra valer!
soubemos até a trilha do equilíbrio da gangorra de madeira...
domingo, 11 de julho de 2010
qualquer filme, chicos, o que vale são vocês!
descobrimos o jeito sem jeito de ser amigo,
que vale cantarolar nessa vida,
todo dia que se acorda.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
surpresa boa :)
que saudade e alegria imensa
que poesia imensamente linda!
.. e bailemos até o sol raiar
e o dia amanhecer,
até o sol se por,
e estrelas aparecer!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
8 semanas
o tempo corre.
Mas a gente pode até conseguir uma poesia até o final do dia.
E quem sabe o que mais.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
amaria
mas quando vi,
já dançava o pôr do sol
e o vento do oeste,
assubiava a noite e as estrelas,
cantando o silêncio que via e que pulsava
o calor em mim.
ostraumas
- ah ah, explica isso para os traumas!
- para quem?
- os traumas, ora!
domingo, 13 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Fortaleza
........
..........
........
Não consigo não sorrir com o mar.
Impressionante..
Deve ter alguma lei universal sobre sorrir e mar.
Porque não consigo, de forma alguma, não sorrir com o mar.
Impressionante...
:)
...
......
.........
.......
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Sansara.
o sátiro e a poesia
- Mas acabou me molhando, ora!
- Poesia insana, quem entende...
i den ti dade
vai acabar se perdendo em círculos,
identificando-se com teus mitos
e camadas de camadas de camadas de (falsas)verdades.
Não se engane, eheheheh....
pois aquilo que é, não tem nem como ser dito,
quanto menos defendido.
Palavras demais,
identidades demais,
ahahah
é essa história de achar demais,
rs ..
um erro,
quase sempre um erro..
comigo.
Desnecessário o ético,
ignore as caretas e bocas,
pois que passarão,
assim como o que disser.
E é bom que passe,
afinal a eternidade é uma só,
não deveríamos querer esperar para sempre,
já que o sempre pode nunca acabar.
- tá bom, vai, meu braço está doendo, não vou pro kung fu hoje.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Contempla ção
caem suas flores, brancas e vermelhas, aos sinos discretos
- quem sabe é hoje, em outra brisa -
e o silêncio cae à noite.
Tão suave seu toque, que primeiro soprou os jardins. Para só quem conhece o quarto e a varanda, bem sabe da rede cor de esperança e da vista, ahhh simm..., a vista...,
- esta que me deixa de joelhos,
e surpresa por me presentear com a sensação-da-primeira-vez-que-se-vê, sempre, basta olhar...
Doce noite tão bela, acolhe meu sono, que terei de te presentear.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A poesia e o sátiro
- 'Bom dia' - uma poesia. ; - 'que tem de bom? - sonolentamente, o sátiro...
e mais um pouco de travesseiro, pés já quentes e cançados de ficar parados e um sorriso seu...
- bom dia, meu amor.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
livre e aforia de formas
sonhara em espírito
do jovem em todo seu vigor,
Livre e fora de forma
podado o espírito
do jovem em todo seu vigor.
Livre e fora sem forma
forjado o espírito
do jovem em todo seu vigor.
domingo, 9 de maio de 2010
joga-se
que vem a quedar,
queixam os costumes,
almejam o mar...
sede de liberdade que te recorda os navegantes,
sede de aventura, de princesas e viajantes,
rende o grosso espasmo da infame,
vida,
livre e fora das formas,
que podam espírito
pensas a sede de viver
dos jovens em todo seu vigor,
vais viver o agora,
vá tecer o ar,
que almejas
e vai-te embora,
era o poeta que dizia
que alegria se tecia em amar,
em gozar a vida plena
por vezes serena,
dessa clérica promessa
da alegria eterna
ao se ser o amar,
que digo eu?
senão o almejo,
senão o desejo,
de livre e de vida.
que dissera tu....
senão a própria viagem
rota e passagem,
glória selvagem
de se atirar,
poesia.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
por inteiro... campo de batalha sereno
sentidos e sentimentos a serem resolvidos,
campo de batalha sereno.
É isso que é por inteiro. Nem antes nem depois. Entre tremidos e explosões, gritos e aparentes distrações, não reconheço forma anterior de mim. Mas se chaqualhar um pouco, aparece que nem fantasma. Para seguir essa corda bamba só mesmo com intuição. Mas eventualmente dói, esquemas de sentimentos anteriores e posteriores, se tornam presentes, inquietante mente, mente inquietamente, convincente como a verdade, e se insistir bem, até quem sabe... E como, eu, que não quero dor, vejo doer, campo de batalha de mim. Porque os valores que vi, já não servem mais. Sigo, contudo sigo... sou o escudo e a espada, ora patente, ora latente. Ora carente de calor e aconchego, confusão do desapego ao que ainda se quer. O específico modelo da boa companhia, aquela que se doa por inteiro ao momento e faz do momento atemporal, até nossa própria superação, bem sei. Em outras palavras, basta ser companhia, não precisa ser herói, mas requer olhar um pouco além do seu próprio nariz. Daí, acresça à isso, as cadentes explosões do processo de se conhecer e se reconhecer, a todo tempo, que preside e sempre esteve aqui, que exige espada e escudo, e respiração, que exige atenção e desapropriação, desapego do que não te permite ir mais além. E vale sempre lembrar, afinal, só é pesado se quiser levar a carga.... Costumo dizer que estar bem é um exercício constante, e não uma declaração de independência.. As práticas disso, bom, é o dia a dia... kung fu; doutorado; nei-kung; meditação; livros, sonhos, desejos, lágrimas, sorriso, fome, direito; filmes; personagens, bons personagens; piadas; amigos; família; bom dia, boa tarde, boa noite, enfim... mas às vezes, nessa oscilação toda, sem saber por que, peço perdão a mim.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
desvio nuo e cruo do olhar
sábado, 1 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
surto
I´m gonna get you, I´m gonna get you get you get you.... "
aaaddgbcnhhhhrsbmhh!!!!!..........
.............................................................
.................................................................
.....................................................................
quarta-feira, 28 de abril de 2010
canela no iogurte natural e mel
ainda admiro, porque é que não pensei nisso antes!
ora, pois, era óbvio que ia dar certo, óbvio!
canela no iogurte natural com mel na salada de fruta!
tão óbvio!
enjoy - en joy
toda companhia quanto se tem,
todo silêncio que também se vem...
pois que passam,
pois que vão e que vem,
e o mesmo nunca é duas vezes,
mas sempre podemos querer a glória,
de ser cada vez melhor.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Respiração dos trës mundos
ah, esse doce verão... quando penso que gosto do sol, é a chuva que mais me agrada...
Acho que é porque não podemos parar... ainda que quiséssemos.
- que irônico... não podemos parar, ainda que quiséssemos...
Seguir é o fazer... e o resto é, por definição, passado. Por esse lado, no momento em que decidiu seguir, já o fez, o resto já ficou pra trás e só você que talvez ainda não tenha visto. A gente só carrega conosco aquilo que a gente quer... e só é pesado, afinal, se quiser levar a carga...
domingo, 25 de abril de 2010
Hoje escutei num filme, que o artista se dedica ao que ainda não existe.
Hoje escutei num filme, que o artista se dedica ao que ainda não existe.
Assim como o escultor que vê a escultura na pedra, o pintor vê nas tintas, a pintura ainda inexistente, mas que está lá. São todos poetas tentando agarrar o vento, só conseguindo, no entanto, momentos, como fotografias. Mas não. Não basta. Veja bem. Se fotografias bastassem não desejaríamos viajar o mundo.
Porque apenas escutar e sentir o vento parece como uma lição difícil. Na menos pior das hipóteses, é como se quisesse fazer a primavera crescer, pelas cores, cenário e olfato. De fato, bem egoísta são as razões, quaisquer que sejam, desejando as técnicas de conhecimento do contexto ao meu redor. De fato, bem egoístas são os modos tentadores, tentativas de controles, mínimos – pois bem – mínimos, das minhas próprias ações. Para não cair em erro, para não magoar ninguém.. mas não importa; é ego tentando controlar resultados, é isso que é. Por isso que já ouvi a comparação – realmente faz sentido – o ego é aquilo que quis e declarou-se como Deus. Só se for de seu próprio mundo. Porque apenas sentir e escutar o vento aparece como lição difícil.
Não se torture, no entanto. Um caminho também é pelo conhecimento, pois que é possível alguma emancipação; senão, seguirá a biologia, e – wittgeinstainamente – a forma de vida que te circula. Se não transcender, compreender, será parte inconsciente da forma de vida que te circula. E inconscientemente, não há nada além de mente, corpo e emoção. Não se torture, portanto, egoístas ou não, não importa, o conhecimento de si, do contexto, dos pretextos, dos erros e acertos, enfim, de qualquer conceito pendular e dualista, ainda que minimamente dualista, sim e não, certo ou errado, ateu ou cristão, não importa, simplesmente não importa. Veja bem, ore; olhe. Não importa. – Mas há, também do ponto de vista físico – e não se esqueça disso também – existem e somos padrões energéticos. Da física para a antropologia, traduzindo – somos hábitos energéticos. Quero dizer, a muito tenho a teoria de que o iluminado é um padrão de energia constante de amor, diverso de qualquer padrão energético desse campo ilusório inconsciente. E definitivamente, amor.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
intuíta
sem tinta ou rimas,
sem roupas ou rascunho,
não há nem forma, nem cheiro, nem som.
Um teste de caráter sem caráter
um inevitável meio ser inteiramente novo e velho.
Incontestável por inútil qualquer contra-argumento,
pois não há argumento.
não há como contrariar ou negar, ou mesmo afirmar,
não há como dizer ou descrever em som falado, escrito ou pintado,
só restarão, pois, exemplos, rascunhos de rascunhos de rascunhos,
de rascunhos..
e na essência giberishada, tentada, rabiscada pelo vento,
sem forma, roupa ou movimento, veio dizer,
o objetivo não falado está aí..
em céu, terra e mar, dentro de si,
em paz.
terça-feira, 20 de abril de 2010
tagarela-mil
triste tentar-te-escrever
e não conseguir..
tua música que não canta,
não me deixa dançar teu passo...
isso que dá quando nem poesia consegue descrever,
todas mínimas e máximas palavras,
significâncias e significados,
reduzem a termo,
o sentimento e o ser.
vi a linguagem do silêncio,
magnífica forma de amar,
fui - ainda que por segundos,
então, voltei a falar...
eita tagarela-mil,
espera até calar...
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
ha ha ha
e toda informação é informação,
e todo apego à informação, é apego...
let it come...
let it go...
:)
TUdo é informação!
e toda informação é informação,
e todo apego à informação, é apego...
So,
let it come,
let it go....
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Disciplina
ora,
o inconsciente-corpo-mente-emoção, que é hábito,
não sabe que está mudando.
Disciplina,
para não cair no hábito,
ora,
o inconsciente-corpo-mente-emoção, que é hábito,
não sabe que está mudando.
metamorfoseando,
coração.
Now,
Ao mesmo tempo!
Assim sem nexo!
Nuvem branca ao vento!
E restou perplexo,
ao silenciar,
sem parar a fala,
ao calar.
E que gentil a queda,
que febril momento,
ergue-te para além de ti,
em si, à si.
E que sutil a queda,
que restou ao vento?
ergui-me para além de mim,
em mim, à mim..
domingo, 11 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Awaking sides
...
"Sail away with me honey,
I put my heart in your hand.
sail away with me honey,
now, now, now
Sail away with me,
what will be will be
I wanna hold you now.."
Sail away - David Gray
quinta-feira, 1 de abril de 2010
that´s how...
quarta-feira, 31 de março de 2010
Dave Matthews & Tim Reynolds - So Damn Lucky (Live at Radio City Music Hall)
..
Oh my God.. wait and see..what will soon become of me...(...)
A song just like what I needed for today, for now.
Thank you.
Can I write you an empty?
domingo, 28 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Reine sobre mim
e isso já está constante.
E não é choro de dor ou lamento,
não é medo ou sofrimento,
é um choro de realização.
- que belo presente é,
o presente.
Sensação de plenitude,
quão bela que é,
que não consigo nomear mais nada.
E tudo a minha volta se transforma,
não tenho pressa, não tenho medo,
não tenho tristeza.
Pois que passam
como tumultuados pensamentos,
que vêm e vão,
é só os deixar ir,
afinal, quanto trabalho,
fazê-los ficar.
É como colocar o lixo para fora,
fazer o dever de casa,
e aproveitar.
Até tento não escrever,
mas ainda escrevo,
até não restarem mais palavras,
e esse maravilhoso silêncio
que agora chora o meu ser,
possa reinar sobre mim.
quarta-feira, 24 de março de 2010
pq doutorado tb é cultura
- Ruetemberg, falando sobre os casos de inversão estrangeira
com matéria em direito ambiental
...
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
trust! do NOT FORGET!
que a gente não tem nem idéia.
Cuidado, portanto, com sua volta,
que seja branda, calma e singela.
E confie.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Estar presente nos próprios pensamentos,
nas próprias ações, nas próprias intenções.
Conhecer-se.
Identificar os próprios pesos, idéias, mágoas.
Limpar a mente, desprender-se de qualquer pensamento,
qualquer peso, idéia ou mágoa..
O vazio preenche-se com o que quiser,
inspire-o com amor e gratidão,
e será, então, amor e gratidão.
quarta-feira, 17 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Darkangel Arzael - vnv nation
There is no faith in which to hide,
even truth is filled with lies...
vnv nation
A (i)lógica amor
isso todo mundo já sabe,
ora, pois, viva a falácia naturalista:
não se constroi amor com razão.
ora, pois, como sabemos do amor,
senão, quando vivemos o amor,
ao amor, por amor, e de amor.
Da alegria de estar, presenciar, compartilhar,
e amar...
Da ilógica razão de ser aconchego,
o macio, o calor e o sabor,
de estar e amar..
Da plenitude e da graça,
do voar em terra e sonhar,
em queda macia, a mil por hora,
toda hora é hora
de amar....
Para além dos cálculos,
perdura em sentimento.
Para além da razão,
coração.
TUM tum..TUM tum..
terça-feira, 2 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
D´accord ...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Amor amor amor
Amor é o que se aprende no limite,
depois de se arquivar toda ciência
herdada, ouvida. (...)
- Carlos Drummont de Andrade.
Pois que envoltos em amor
amantes sabem a solidão?
A solidão é, portanto, a falta de amor,
a cegueira e o tédio,
de não se saber amar.
Pois que envoltos em amor
amantes não sabem a solidão.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
(Re)birth
parece sempre uma crise de identidade
e (re)afirmação.
Parece que a casca fica cada vez mais dura
e você, cabeça-dura.
Parece que o passado se personifica;
primeiro, tudo que fomos parece ser só o que conhecemos;
e todo apego, então, parece mais grito de sobrevivência;
- ora, como posso ser diferente, se tudo que sou é o que eu conheço ser?
Mas do desespero de se conhecer somente o que já é passado
à esperança de que as coisas vão melhorar,
tem a fé-que-move-montanhas,
e por um tempo, põe-se de joelhos,
entre o fim e o começo,
e o que parece ser a primeira vez que inalou algum ar.
e sem perceber, deixa entrar na sua vida
o famoso clichê do -só-o-tempo-cura-ferida,
e deixou então, o tempo passar.
E toda crise de (re)identidade e afirmação,
simplesmente não parece mais necessária,
pois que já respira e é nova-a-mente,
que novamente se (re)afirma,
foi dignidade.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
quarta cinzenta de carnaval
pressentindo o sério no rosto,
poesia que vira prosa que vira conto que vira história.
E vão-se devaneios soltos,
tecem núvens afora,
podam o tédio com glória,
em palavras tão poucas quanto sua memória te permite lembrar.
E teu mundo se constroi,
em teu berço-vocabulário,
aprender a andar - isso é pouco,
porque, afinal, engatinhar, quando podemos voar?
mas daí para remar, diz-se precisamos antes aprender a nadar...
Mas queta a teu canto,
que a gente passa à toa,
macha, distraidamente.
E poda o certo para os sonhos ganharem,
e molda o incerto para seus sonhos avançarem.
E nessa de artista jardineira,
dissera que ia aprender a cantar,
porque ainda valsar sempre tão pouco,
o ritmo e poema, à declarar.
E nessa de artista poeteira,
experimenta o verso não rimado,
o pensamento não cantado,
e ainda com mil livros para ler,
valsa à lua que cresce,
sonha ao mar que tece
à noite andarilha,
na rede ao luar.
Então, Vira e mexe,
volta à Terra,
geralmente quando tem que trabalhar,
encena a cena,
na egolândia
onde também tem sua guerra à guerrear.
E nessa de busca constante,
vão-se as rimas, espasmos e espaços,
para que não ocupe memória, mas apenas papel,
de deixar pra trás e então seguir
com as jardinagens e traquinagens,
anda, andarilha, ande. (!)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
controle remoto remoto medo de moto
Medo de altura, medo de avião, medo da morte, medo de coração partido em quatro mil pedaços, medo do escuro, medo do parto... ... ... medo que dá medo, medo de acabar... medo do sozinho - que me deixa só - medo do estragar tudo - que me faz... estragar ... tudo... ... medo que afasta, torna irreal real e real irreal, surreal, não real, o que é real, medo já não distingue mais.. .. .. . medo que cria, medo que insinua, medo que toma conta, medo que anda por conta, medo da conta... ... ... ... medo de estar na rua, medo de ser só sua, medo de não ser só meu... medo do errar, medo de não acertar... medo de fantasma, medo do estranho, medo do desconhecido, medo da ilusão não ser verdade, e verdade ser ilusão... ... .. .. a medo de ser humano... medo de perder o controle - essa é boa - se mesmo que quisesse controlar - o que não dá - o medo te controla, controle remoto, remoto medo de moto, medo de andar, medo de acertar, medo de ficar, medo de partir, medo do parto.. medo medo medo medo....
bú!
- tanto medo que até irrita... vai te catar.. vai ler um livro...



















