"Toda luta"
De Patrícia Ribeiro Vieira
"É sempre contra a insanidade dos dias,
Que como braços que furam a água ao nadar,
Pensamentos flechas cortam a dinâmica do ar:
à busca incessante da sanidade comum.
Do que seja cortante o suficiente para distinguir
as frases, momentos e culturas.
Um esforço que consome o brilho interno,
No brilho reflexo de achar não obviedades,
Quando tudo o é raro, tem face de raso e óbvio.
Como que espancar camadas de ar espesso,
Perpassando-a com cordas justas de retesa:
A realidade tão fosca que prende os pequenos na fome.
Que do meu sonho, eu nunca me desconcentre.
Mas que descrente eu me faça de tudo que me afasta Dele.
Por uma nova cultura de comum.
Por novas poesias de vida."
muito bom.... nossa poesia é de palavra viva que escorre das vivências pro papel e não vice-versa.... parabéns!
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