[12:42:43] Patrícia Ribeiro Vieira: Uma mensagem para você: "No dia em que eu saí de casa minha mãe me disse: filho vem cá! Passou a mão em meus cabelos, olhou em meus olhos, começo falar: 'por onde você for eu sigo, em meu pensamento, onde estiver, em minhas orações eu vou pedir a Deus, que ilumine os passos seus...'"
[12:43:16] gabriela.g.b.lima: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
[12:43:28] Patrícia Ribeiro Vieira: O restante da música: "Eu sei que ela nunca comprendeu os meus motivos de sair de lá, mas acontece que depois que cresce o homem vira passarinho e quer voar, eu bem queria continuar alí, mas o destino quiz me contrariar
[12:43:36] gabriela.g.b.lima: (to até imaginando vc gritanto e cantando)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[12:43:46] Patrícia Ribeiro Vieira: "e o olhar de minha mãe à porta, eu fiquei olhando a me abençoar..."
[12:43:46] Patrícia Ribeiro Vieira: heheheh
[12:43:51] Patrícia Ribeiro Vieira: Essa era a intenção!
[12:43:55] Patrícia Ribeiro Vieira: hehehhehee
...Apenas porque queria ler, sem maiores pretensões...
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
saudade derisada
Tem uma risada infinita,
por vezes descrita, desafiada, até definida, gargalhada,
te vejo daqui a pouco,
num segundo,
meio minuto,
sem fim,
Tem sim aquele gostinho de eco,
se estende demasiada,
tal risada
de ti a mim.
Tem uma risada infinita,
memoria desfigurada,
ferida estancada,
tua risada pra mim.
por vezes descrita, desafiada, até definida, gargalhada,
te vejo daqui a pouco,
num segundo,
meio minuto,
sem fim,
Tem sim aquele gostinho de eco,
se estende demasiada,
tal risada
de ti a mim.
Tem uma risada infinita,
memoria desfigurada,
ferida estancada,
tua risada pra mim.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Belisque!
Estava só esperando baixar a guarda,
para vir e puxar o tapete de suas palavras,
pelo que dizes, pois, será sempre testado,
pelo que és, pois, será sempre testado.
Tem dias que são difíceis,
que me canso de cair, e tropeço mil vezes para ver quanto aguento
Como teste que espera só a desatenção, para me levar, quando a guarda baixa,
Sei que o forte se constroi no dia a dia,
em toda queda que se levanta,
cabeça erguida, a vida continua.
mas somos falíveis, ainda.
a saudade fica forte demais e todo o dia parece tpm,
energia baixa e fantasmas aparecem
se quiser dar um beliscão,
essa é a ora,
adoraria acordar
para vir e puxar o tapete de suas palavras,
pelo que dizes, pois, será sempre testado,
pelo que és, pois, será sempre testado.
Tem dias que são difíceis,
que me canso de cair, e tropeço mil vezes para ver quanto aguento
Como teste que espera só a desatenção, para me levar, quando a guarda baixa,
Sei que o forte se constroi no dia a dia,
em toda queda que se levanta,
cabeça erguida, a vida continua.
mas somos falíveis, ainda.
a saudade fica forte demais e todo o dia parece tpm,
energia baixa e fantasmas aparecem
se quiser dar um beliscão,
essa é a ora,
adoraria acordar
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
o yin-yang das coisas...
Poderia dizer que caia uma lágrima.
Se não confundisse com a cachoeira banhando seus pés,
Enraizados em lama, é preciso, pois, sentir.
O quente e o frio, entre o corpo e o chão.
Poderia imaginar que andara até o pôr do sol, aquele dia,
Demasiado passo, este largo do coração,
que quisera voar, para além e muito além de velejar.
Poderia supor tua palavra,
recorrendo ao calor que produzia teu silêncio,
Poderia achar que, vendo assim, caindo,
desistira,
mas quisera novamente o vento,
quisera novamente o poço,
quisera enfim fora de si,
o grito que não era seu.
Quem diria que poderia ser assim,
como queda de cachoeira
após a caminhada de uma vida inteira,
quando lá do fundo buscava por ar,
e veio à superfície, e esta que te veio
na mais perfeita ordem do yin-yang das coisas.
E haveria de ser teu próprio compasso,
já demasiado quente e,
contratizendo arrepios, frios, gritos e tremeliques,
contradizendo a cegueira momentânea
reflexo do sol, ao abrir os olhos e respirar.
Se não confundisse com a cachoeira banhando seus pés,
Enraizados em lama, é preciso, pois, sentir.
O quente e o frio, entre o corpo e o chão.
Poderia imaginar que andara até o pôr do sol, aquele dia,
Demasiado passo, este largo do coração,
que quisera voar, para além e muito além de velejar.
Poderia supor tua palavra,
recorrendo ao calor que produzia teu silêncio,
Poderia achar que, vendo assim, caindo,
desistira,
mas quisera novamente o vento,
quisera novamente o poço,
quisera enfim fora de si,
o grito que não era seu.
Quem diria que poderia ser assim,
como queda de cachoeira
após a caminhada de uma vida inteira,
quando lá do fundo buscava por ar,
e veio à superfície, e esta que te veio
na mais perfeita ordem do yin-yang das coisas.
E haveria de ser teu próprio compasso,
já demasiado quente e,
contratizendo arrepios, frios, gritos e tremeliques,
contradizendo a cegueira momentânea
reflexo do sol, ao abrir os olhos e respirar.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
rilhar
impossível canalisar um ponto só,
pois se vivos hão
à toda parte,
sempre peco à perda do valor,
já que palavras nunca conseguem descrever o inteiro,
aliás tá aí quando são detestáveis,
as palavras,
ta aí, quando queria mesmo a telepatia do teu silêncio,
e então a poesia brilha o teu olhar.
pois se vivos hão
à toda parte,
sempre peco à perda do valor,
já que palavras nunca conseguem descrever o inteiro,
aliás tá aí quando são detestáveis,
as palavras,
ta aí, quando queria mesmo a telepatia do teu silêncio,
e então a poesia brilha o teu olhar.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Eis o portão diante do qual sempre paro, mesmo sem querer parar. Eu juro, até pensei já ter entrado novamente, mas quando me dou conta, estive mesmo era o tempo todo na porta. Como naqueles sonhos que a gente jura que acordou, mas quando vê, ainda tá sonhando. Se quer saber, poderia jurar estar descrevendo o portão nesse exato momento, e descrevendo o que dá pra ver daqui, mas como pode ver, ainda estou parada.
Acho que é que eu sempre acho que se der um passo e entrar, o chão vai afundar, certeza. Trauma é assim, voce vê um copinho de nada e já faz tempestade.
domingo, 19 de setembro de 2010
"Andarilear" - by 'Patrizia'
Gostei tanto desse texto que precisei posta-lo aqui:
"Andarilear
(texto de Patrícia Ribeiro Vieira)
As variáveis da vida são incontroláveis. Haja gana para vencer o medo do que está por vir. Haja confiança para entender que o céu é maior e que toda a respiração orgânica do universo reside no inseto que pousa sobre o livro. Haja sabedoria para entender como que a gravidade nos serve de oleiro, nós vasos de barros.
Quais são os vetores físicos e os ângulos de seus movimentos sob e sobre o ar que penetra sua corrente pensamentícia e lhe dirige a palavra? Quais as composições que expressa e não expressa? Quantos tempos para seu compasso? Como decifrar o grande compasso, com tanta dor? Como não lapidar a alegria ao abrir os olhos para o mundo do outro? Pois dizem que o pulso ainda pulsa.
Ahhhh!! Raga-se o ser, pois muitas vezes não É, rasga-se o ser pela vontade de compreender a loucura para que não fique louco. Como equilibrista que repousa sobre os anéis do ar para que, em vão, não pise o chão. Que a normalidade não passa de um parâmetro com direção e sentido que vale ser compreendido, para que talvez, ao desvender a loucura, passe o louco a normal. Pois, a vã normalidade, é anormal. Perde-se o sentido porque quer sentir. Haja profusão de parâmetros para rasgar a célula velha e multiplicar novas, sem visão empresarial. Uma comunidade captada pelo o que não se diz divide-se em abismos nas rotinas, como aqueles que furam a onda de um grande mar razo, perigo de quebra, onda, vida, ahhh modernidade sufocante. Paralisia da pecúnia venosa.
Todos os tempos nesse mesmo segundo que agora passa e perpassa a corrente elétrica pensamentícia que afoga a alma.
Perde-se o sentido ao achá-lo...
Saudades do sertão, água de cacimba, vagalumes e lumiares...
Nele a pele reflete o brilho da força dos lombos.
Seres, sereis, visto que não mais jaz o São."
- texto de Patrícia Ribeiro Vieira
"Andarilear
(texto de Patrícia Ribeiro Vieira)
As variáveis da vida são incontroláveis. Haja gana para vencer o medo do que está por vir. Haja confiança para entender que o céu é maior e que toda a respiração orgânica do universo reside no inseto que pousa sobre o livro. Haja sabedoria para entender como que a gravidade nos serve de oleiro, nós vasos de barros.
Quais são os vetores físicos e os ângulos de seus movimentos sob e sobre o ar que penetra sua corrente pensamentícia e lhe dirige a palavra? Quais as composições que expressa e não expressa? Quantos tempos para seu compasso? Como decifrar o grande compasso, com tanta dor? Como não lapidar a alegria ao abrir os olhos para o mundo do outro? Pois dizem que o pulso ainda pulsa.
Ahhhh!! Raga-se o ser, pois muitas vezes não É, rasga-se o ser pela vontade de compreender a loucura para que não fique louco. Como equilibrista que repousa sobre os anéis do ar para que, em vão, não pise o chão. Que a normalidade não passa de um parâmetro com direção e sentido que vale ser compreendido, para que talvez, ao desvender a loucura, passe o louco a normal. Pois, a vã normalidade, é anormal. Perde-se o sentido porque quer sentir. Haja profusão de parâmetros para rasgar a célula velha e multiplicar novas, sem visão empresarial. Uma comunidade captada pelo o que não se diz divide-se em abismos nas rotinas, como aqueles que furam a onda de um grande mar razo, perigo de quebra, onda, vida, ahhh modernidade sufocante. Paralisia da pecúnia venosa.
Todos os tempos nesse mesmo segundo que agora passa e perpassa a corrente elétrica pensamentícia que afoga a alma.
Perde-se o sentido ao achá-lo...
Saudades do sertão, água de cacimba, vagalumes e lumiares...
Nele a pele reflete o brilho da força dos lombos.
Seres, sereis, visto que não mais jaz o São."
- texto de Patrícia Ribeiro Vieira
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
kid
Como talvez pelo arquetipo que devo ser,
Acho que não poderia ser diferente para a minha primeira entrada de cinema na França...
- kung fu - Ki - respiração - força - concentração - meditação - superação - aikido, definitivamente tenho que achar logo um lugar para treinar...
- kung fu - Ki - respiração - força - concentração - meditação - superação - aikido, definitivamente tenho que achar logo um lugar para treinar...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Sussa
Acho que vim editar o sentimento do branco e do preto, do cheio e do vazio, o entre coisas sempre desperto e presente, pilhando a música ambiente...
...Acho que é de quando a gente sente que talvez teria melhor ido pra direita, e não pra esquerda... quase como dizer, talvez era melhor ter sido destra, e não canhota...
Onde é o silêncio? Logo ali, onde começa o yin e termina o yang.
Ohm aspas triplas, peneirando o fino pra se chegar no silêncio.
...Acho que é de quando a gente sente que talvez teria melhor ido pra direita, e não pra esquerda... quase como dizer, talvez era melhor ter sido destra, e não canhota...
Onde é o silêncio? Logo ali, onde começa o yin e termina o yang.
Ohm aspas triplas, peneirando o fino pra se chegar no silêncio.
OHM aspas triplas!!!!!!!!
Gabriela diz:
Alika!
Alika diz:
oie!!
tdo bom??
Gabriela diz:
e ai, tudo bem?
Alika diz:
tudo caminhando aqui
Gabriela diz:
éee
muita alegria
ow,
mas é toda alegria que tenho aprendido a ser de um tempo pra cá,
Alika diz:
eee coisa boa!!!
cintilando alegria!
talvez eu sei oque é
Gabriela diz:
mas e você, como está, que tem feito?
Alika diz:
passando uma epoca treta
mas ja ta melhorando
tou nadando pra superficie
tou me redescobrindo, eu sinto
e ao mesmo tempo conseguindo me reaproximar de projetos que ficaram em hold (livros, musica..)
Gabriela diz:
desviou não, só foi um caminho diferente, impossível desviar de quem é, sabendo que se é o momento, o momento é você. Impossível desviar,
Alika diz:
tou lutando pra me alcançar..
sim!!!!
voce tem toda razão
mas fingindo que existe o sentido morfológico de 'desviar'... foi isso que aconteceu em algum nivel
não por causa de outros nem nada
processos meus
Gabriela diz:
essa luta toda termina com consciência das coisas, desvios são inconsciência, inconsciência gera inquietações e a gente vai sentindo que talvez nao seja por aí, mas na verdade é, é por aí, é chacualhando que a gente peneira o fino
Alika diz:
não existe erro, porque tudo é como tem que ser ("perfeito")... mas a gente sabe oque é nosso melhor, oque são nossos sonhos, e o que são as trilhas pra abrir..
verdade
Gabriela diz:
ow
depois que eu comecei a fazer aikido
Alika diz:
(quero te mandar um link!)
nossa, que lesgal!!
Gabriela diz:
foi impressionante a quantidade de energia que comecei a presenciar em mim e projecoes e tudo mais, tudo ligado a respiracao e imaginacao
Alika diz:
http://www.youtube.com/watch?v=aXLgDcoxiJo
que demais!
voce ta vivendo um grande despertar!!!
tenho visto essas coisas de uma maneira tão nova...
tão mais 'real'
na época do 'Velejador' eu vivi tudo aquilo, porque acreditei cegamente e FUI, sabe?.. depois eu vivi a rejeição pós-parto, questionei tudo ceticamente, me afastei de todas as fés... hoje parece tudo foi reconfirmado por outras vias e teorias
Gabriela diz:
to agora procurando um dojo aqui em aix onde to morando, porque me sinto acordada mesmo com a pratica regular do aikido
(tá puxando o video)
Alika diz:
a espiritualidade extrema que descobri e reneguei, hoje acredito nela acima de minha própria crença, se tornou uma certeza, através da profunda averiguação e questionamento
que legal, meu.. aikido é mto legal mesmo
Gabriela diz:
acreditar
tá aí uma palavra que eu tenho hmmm.. como dizer, acho que uma rixa
eheh
sabe pq,
Alika diz:
heheh me cont
Gabriela diz:
acreditando ou nao as coisas estao lá.... (essa é a rixa).... mas hoje sou completamente diferente, pq acreditar é colocar força em algo, e daí vc literalmente molda seu proprio mundo, são as coisas que acredita que fazem o seu mundo, tipo o vento que vc sopra são as nuvens que vc forma
(uau, vou até publicar isso lá depois)
Alika diz:
éé
então
acreditar é como uma necessidade fisiologica até!
ele é uma 'ferramenta' do ser, pra crescer em força, mesmo que pra isso se use da 'mentira', da ilusão
Gabriela diz:
isso
Alika diz:
nessa medida, a ilusão da 'crença' é tão crucial pra sobrevivencia quanto a busca pela 'verdade absoluta' que tanto ocupa as pessoas...
Gabriela diz:
pelo visto (conscientemente - pq é a primeira vez q percebo) acabo de superar essa rixa antiga minha, e vc é testemunha ahahaha
Alika diz:
UHEUHEUHEHU
acreditar 'faz bem'
mas isso não tem nenhuma relação de obrigação pra com 'a verdade'..
Gabriela diz:
auau q bem combinado essas palavras
Alika diz:
esse é o xis, eu acho
Gabriela diz:
nao,
Alika diz:
a verdade num sentido cientifico mesmo, como a gente busca hoje
Gabriela diz:
a verdade se molda,
mesmo essa
Alika diz:
sim sim
Gabriela diz:
afinal toda verdade cientifica ainda depende de quem observa
Alika diz:
é que vc ta falando da verdade cá entre nós
dos desbravadores que estão além
eu quis dizer a verdade no sentido 'popular'
Gabriela diz:
ahhh
ehehhe
Alika diz:
a verdade que é buscada como esse bem supremo, como o proprio objetivo da sociedade como um todo
queremos a verdade cientifica pois ela permite o 'avanço técnico'
Gabriela diz:
essa é ainda mais fácil, eheheh, basta consultar os ditados populares, dizem muito a respeito, pelo menos, tipo indicios
Alika diz:
a verdade nossa (dos artistas) é diferente, ela não busca o avanço técnico como objetivo final pro homem
isso talvez seja a alma dessa coisa mecanicista
do mundo moderno
buscamos a iluminação na ciência
mas a verdade mais poderosa está na arte (a filosofia como 'arte de viver', incorporando ciência e religião)
só a arte do filósofo pode oferecer uma 'verdade que traga evolução'
Gabriela diz:
e a ciencia, pra chegar na iluminaçao, vai cair no acreditar, se já nao está caindo, se formos à física quantica, é por aí que ela vai
Alika diz:
evolução espiritual
evolução do gosto, e do hábito
é verdade né
acho que o grande CLASH da nossa geração é esse
Gabriela diz:
consciencia
Alika diz:
a ciência já comprovou o universo 'místico' como real, só chamando de outras maneiras
Gabriela diz:
escutei o video, parabénsss!!!!!!!!
Alika diz:
mas não adianta só ter a explicação científica pra viver, podemos 'compreender' o mundo muito bem, mas pra conseguirmos viver precisamos de vontade
ebaaaaa
massaaa curtiu???
Gabriela diz:
gosteiii sim
Alika diz:
foi a primeira vez que rolou num chill-out
assim pra uma galera maior em rave
normalmente intervenções eram amis nos espaços alternativos
heheh
Gabriela diz:
poxa que fera
ow, e sabe,
para além da vontade
Alika diz:
sim
Gabriela diz:
é o silêncio
Alika diz:
só a vontade alcança o silêncio?
Gabriela diz:
e essa sensaçao de paz, é ela que vejo projetar no aikido, quando saio do mar, ou quando conheci o iluminado
nao,
mas a gente ultrapassa a vontade
ela é tipo o passo numero 0
Alika diz:
mmm
Gabriela diz:
fundamental, mas primeiro ainda,
Alika diz:
eu acho que é o quatrocentos trilhões e vinte sete....
hehehehehe
Gabriela diz:
vontade sem qualquer dúvida, e quanto menos duvida, mais consciencia
é chacualhando e peneirando o fino, até nao ter mais palavras, até nao ter mais o que se quer experimentar, já se foi tudo e tudo o que restou,
Alika diz:
verdade
Gabriela diz:
é como cair na cachueira, depois de andar um dia inteiro
Alika diz:
entendo!!
Gabriela diz:
é o silêncio, uma sensação de alegria absurda grande imensa,
a gente parece do tamanho do mundo
Alika diz:
o silêncio....
Gabriela diz:
alegria
Alika diz:
é 'ouvir'
'é o que se passa'
Gabriela diz:
são sinônimos, quando se alcanca esse momento
Alika diz:
ops
'é ouvir o que se passa'
já pensou que o silêncio em verdade não existe?
Gabriela diz:
ser o que se passa, nao ter forma, é tudo
(veja que falamos parecido, sua pergunta e minha frase, mas com outras palavras)
Alika diz:
remeteu um trecho do 'águas claras'
ó:
"Às vezes penso em dar um tiro na minha cabeça, não no sentido literal se é que me entende, quero sentir e não mais pensar, mas pensar é legal também, quando é em harmonia com o verde que sustenta tudo. Faz como fizemos nosso beijo, fecha os olhos e dá um tiro na sua própria cabeça e pensa o que você pensaria depois de levar um tiro na cabeça, entende? É o teu suicídio simbólico intelectual,
(...) continua.. aperte qualquer tecla
Gabriela diz:
Alika diz:
é o renascimento da consciência em gaia, mas chega um ponto que não é mais um tiro na cabeça, é um basta, é um chega de dispersão, é centrar, reduzir, é o mais difícil. É ouvir o que se passa, é ouvir.
O silêncio em verdade não existe, porque mesmo o nada contém infinito som de energia secreta. Fazer silêncio é simplesmente tentar ouvir tudo que se pode ouvir, a cada momento. (...) 'continua'
Gabriela diz:
Alika diz:
Por isso morro e nasço mil vezes por dia. Porque é o que acontece, toda vez que paro pra ouvir a vida correr em mim, em torno de mim. O silêncio é sentir o movimento absurdo que estamos no meio, movimento cósmico. Então pouco a pouco vem o supremo relaxamento, o refrescar divino de todos os chakras, o espelho de água que um lago calmo faz."(fin)
(o paragrafo seguinte tbm é legal)
Gabriela diz:
uau
Alika diz:
Fadas rasta ao resgate do minotauro sapecando no raga blueseiro de marca maior. Só o amor conquista o ódio. A parada é cabulosa, mizifí, bica de rolê não tem procom pra reclamar não, o lance é saber a brutalidade inteligente, virar bicho esperto, pra não pular fora do barco quando a náusea extrema do alto mar bater.
Gabriela diz:
uau
(sem palavras) - silencio ahahahah
Alika diz:
UHEUHEHUEUHE
o silêncio não existe....
tudo é '"OHM"'
aspas tripla hehe
Alika diz:
então o silêncio na verdade é RESSOAR O UNIVERSO
uau
nunca tinha pensado assim....
Gabriela diz:
é tudo ""OHM" aspas triplas
adorei
Alika diz:
no fundo é isso
Gabriela diz:
é,
Alika diz:
esse silencio em que tudo se conecta, é quando ressoamos o infinito
Gabriela diz:
OHM aspas triplas
Alika diz:
hehehehe
Gabriela diz:
bom, adoraria ficar falando mais, mas tenho q dormir
aqui são meia noite
e tenho aula amanha de manha
Alika diz:
meu que legal
depois voce precisa falar tambem!!!
Gabriela diz:
falar o que? OHM aspas triplas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Alika diz:
hahahahah
exaaatooooo
Alika!
Alika diz:
oie!!
tdo bom??
Gabriela diz:
e ai, tudo bem?
Alika diz:
tudo caminhando aqui
Gabriela diz:
éee
muita alegria
ow,
mas é toda alegria que tenho aprendido a ser de um tempo pra cá,
Alika diz:
eee coisa boa!!!
cintilando alegria!
talvez eu sei oque é
Gabriela diz:
mas e você, como está, que tem feito?
Alika diz:
passando uma epoca treta
mas ja ta melhorando
tou nadando pra superficie
tou me redescobrindo, eu sinto
e ao mesmo tempo conseguindo me reaproximar de projetos que ficaram em hold (livros, musica..)
Gabriela diz:
desviou não, só foi um caminho diferente, impossível desviar de quem é, sabendo que se é o momento, o momento é você. Impossível desviar,
Alika diz:
tou lutando pra me alcançar..
sim!!!!
voce tem toda razão
mas fingindo que existe o sentido morfológico de 'desviar'... foi isso que aconteceu em algum nivel
não por causa de outros nem nada
processos meus
Gabriela diz:
essa luta toda termina com consciência das coisas, desvios são inconsciência, inconsciência gera inquietações e a gente vai sentindo que talvez nao seja por aí, mas na verdade é, é por aí, é chacualhando que a gente peneira o fino
Alika diz:
não existe erro, porque tudo é como tem que ser ("perfeito")... mas a gente sabe oque é nosso melhor, oque são nossos sonhos, e o que são as trilhas pra abrir..
verdade
Gabriela diz:
ow
depois que eu comecei a fazer aikido
Alika diz:
(quero te mandar um link!)
nossa, que lesgal!!
Gabriela diz:
foi impressionante a quantidade de energia que comecei a presenciar em mim e projecoes e tudo mais, tudo ligado a respiracao e imaginacao
Alika diz:
http://www.youtube.com/watch?v=aXLgDcoxiJo
que demais!
voce ta vivendo um grande despertar!!!
tenho visto essas coisas de uma maneira tão nova...
tão mais 'real'
na época do 'Velejador' eu vivi tudo aquilo, porque acreditei cegamente e FUI, sabe?.. depois eu vivi a rejeição pós-parto, questionei tudo ceticamente, me afastei de todas as fés... hoje parece tudo foi reconfirmado por outras vias e teorias
Gabriela diz:
to agora procurando um dojo aqui em aix onde to morando, porque me sinto acordada mesmo com a pratica regular do aikido
(tá puxando o video)
Alika diz:
a espiritualidade extrema que descobri e reneguei, hoje acredito nela acima de minha própria crença, se tornou uma certeza, através da profunda averiguação e questionamento
que legal, meu.. aikido é mto legal mesmo
Gabriela diz:
acreditar
tá aí uma palavra que eu tenho hmmm.. como dizer, acho que uma rixa
eheh
sabe pq,
Alika diz:
heheh me cont
Gabriela diz:
acreditando ou nao as coisas estao lá.... (essa é a rixa).... mas hoje sou completamente diferente, pq acreditar é colocar força em algo, e daí vc literalmente molda seu proprio mundo, são as coisas que acredita que fazem o seu mundo, tipo o vento que vc sopra são as nuvens que vc forma
(uau, vou até publicar isso lá depois)
Alika diz:
éé
então
acreditar é como uma necessidade fisiologica até!
ele é uma 'ferramenta' do ser, pra crescer em força, mesmo que pra isso se use da 'mentira', da ilusão
Gabriela diz:
isso
Alika diz:
nessa medida, a ilusão da 'crença' é tão crucial pra sobrevivencia quanto a busca pela 'verdade absoluta' que tanto ocupa as pessoas...
Gabriela diz:
pelo visto (conscientemente - pq é a primeira vez q percebo) acabo de superar essa rixa antiga minha, e vc é testemunha ahahaha
Alika diz:
UHEUHEUHEHU
acreditar 'faz bem'
mas isso não tem nenhuma relação de obrigação pra com 'a verdade'..
Gabriela diz:
auau q bem combinado essas palavras
Alika diz:
esse é o xis, eu acho
Gabriela diz:
nao,
Alika diz:
a verdade num sentido cientifico mesmo, como a gente busca hoje
Gabriela diz:
a verdade se molda,
mesmo essa
Alika diz:
sim sim
Gabriela diz:
afinal toda verdade cientifica ainda depende de quem observa
Alika diz:
é que vc ta falando da verdade cá entre nós
dos desbravadores que estão além
eu quis dizer a verdade no sentido 'popular'
Gabriela diz:
ahhh
ehehhe
Alika diz:
a verdade que é buscada como esse bem supremo, como o proprio objetivo da sociedade como um todo
queremos a verdade cientifica pois ela permite o 'avanço técnico'
Gabriela diz:
essa é ainda mais fácil, eheheh, basta consultar os ditados populares, dizem muito a respeito, pelo menos, tipo indicios
Alika diz:
a verdade nossa (dos artistas) é diferente, ela não busca o avanço técnico como objetivo final pro homem
isso talvez seja a alma dessa coisa mecanicista
do mundo moderno
buscamos a iluminação na ciência
mas a verdade mais poderosa está na arte (a filosofia como 'arte de viver', incorporando ciência e religião)
só a arte do filósofo pode oferecer uma 'verdade que traga evolução'
Gabriela diz:
e a ciencia, pra chegar na iluminaçao, vai cair no acreditar, se já nao está caindo, se formos à física quantica, é por aí que ela vai
Alika diz:
evolução espiritual
evolução do gosto, e do hábito
é verdade né
acho que o grande CLASH da nossa geração é esse
Gabriela diz:
consciencia
Alika diz:
a ciência já comprovou o universo 'místico' como real, só chamando de outras maneiras
Gabriela diz:
escutei o video, parabénsss!!!!!!!!
Alika diz:
mas não adianta só ter a explicação científica pra viver, podemos 'compreender' o mundo muito bem, mas pra conseguirmos viver precisamos de vontade
ebaaaaa
massaaa curtiu???
Gabriela diz:
gosteiii sim
Alika diz:
foi a primeira vez que rolou num chill-out
assim pra uma galera maior em rave
normalmente intervenções eram amis nos espaços alternativos
heheh
Gabriela diz:
poxa que fera
ow, e sabe,
para além da vontade
Alika diz:
sim
Gabriela diz:
é o silêncio
Alika diz:
só a vontade alcança o silêncio?
Gabriela diz:
e essa sensaçao de paz, é ela que vejo projetar no aikido, quando saio do mar, ou quando conheci o iluminado
nao,
mas a gente ultrapassa a vontade
ela é tipo o passo numero 0
Alika diz:
mmm
Gabriela diz:
fundamental, mas primeiro ainda,
Alika diz:
eu acho que é o quatrocentos trilhões e vinte sete....
hehehehehe
Gabriela diz:
vontade sem qualquer dúvida, e quanto menos duvida, mais consciencia
é chacualhando e peneirando o fino, até nao ter mais palavras, até nao ter mais o que se quer experimentar, já se foi tudo e tudo o que restou,
Alika diz:
verdade
Gabriela diz:
é como cair na cachueira, depois de andar um dia inteiro
Alika diz:
entendo!!
Gabriela diz:
é o silêncio, uma sensação de alegria absurda grande imensa,
a gente parece do tamanho do mundo
Alika diz:
o silêncio....
Gabriela diz:
alegria
Alika diz:
é 'ouvir'
'é o que se passa'
Gabriela diz:
são sinônimos, quando se alcanca esse momento
Alika diz:
ops
'é ouvir o que se passa'
já pensou que o silêncio em verdade não existe?
Gabriela diz:
ser o que se passa, nao ter forma, é tudo
(veja que falamos parecido, sua pergunta e minha frase, mas com outras palavras)
Alika diz:
remeteu um trecho do 'águas claras'
ó:
"Às vezes penso em dar um tiro na minha cabeça, não no sentido literal se é que me entende, quero sentir e não mais pensar, mas pensar é legal também, quando é em harmonia com o verde que sustenta tudo. Faz como fizemos nosso beijo, fecha os olhos e dá um tiro na sua própria cabeça e pensa o que você pensaria depois de levar um tiro na cabeça, entende? É o teu suicídio simbólico intelectual,
(...) continua.. aperte qualquer tecla
Gabriela diz:
Alika diz:
é o renascimento da consciência em gaia, mas chega um ponto que não é mais um tiro na cabeça, é um basta, é um chega de dispersão, é centrar, reduzir, é o mais difícil. É ouvir o que se passa, é ouvir.
O silêncio em verdade não existe, porque mesmo o nada contém infinito som de energia secreta. Fazer silêncio é simplesmente tentar ouvir tudo que se pode ouvir, a cada momento. (...) 'continua'
Gabriela diz:
Alika diz:
Por isso morro e nasço mil vezes por dia. Porque é o que acontece, toda vez que paro pra ouvir a vida correr em mim, em torno de mim. O silêncio é sentir o movimento absurdo que estamos no meio, movimento cósmico. Então pouco a pouco vem o supremo relaxamento, o refrescar divino de todos os chakras, o espelho de água que um lago calmo faz."(fin)
(o paragrafo seguinte tbm é legal)
Gabriela diz:
uau
Alika diz:
Fadas rasta ao resgate do minotauro sapecando no raga blueseiro de marca maior. Só o amor conquista o ódio. A parada é cabulosa, mizifí, bica de rolê não tem procom pra reclamar não, o lance é saber a brutalidade inteligente, virar bicho esperto, pra não pular fora do barco quando a náusea extrema do alto mar bater.
Gabriela diz:
uau
(sem palavras) - silencio ahahahah
Alika diz:
UHEUHEHUEUHE
o silêncio não existe....
tudo é '"OHM"'
aspas tripla hehe
Alika diz:
então o silêncio na verdade é RESSOAR O UNIVERSO
uau
nunca tinha pensado assim....
Gabriela diz:
é tudo ""OHM" aspas triplas
adorei
Alika diz:
no fundo é isso
Gabriela diz:
é,
Alika diz:
esse silencio em que tudo se conecta, é quando ressoamos o infinito
Gabriela diz:
OHM aspas triplas
Alika diz:
hehehehe
Gabriela diz:
bom, adoraria ficar falando mais, mas tenho q dormir
aqui são meia noite
e tenho aula amanha de manha
Alika diz:
meu que legal
depois voce precisa falar tambem!!!
Gabriela diz:
falar o que? OHM aspas triplas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Alika diz:
hahahahah
exaaatooooo
A chaqualhada
sendo tudo o que não há como aprender,
é porque já sabia,
a chaqualhada era apenas para lembrar:
de toda essa alegria que reaprendia a ser
é porque já sabia,
a chaqualhada era apenas para lembrar:
de toda essa alegria que reaprendia a ser
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
cause every little thing is gonna be just fine
Tá tudo certo, tá legal, as coisas são assim mesmo, ou você corre atrás ou será atropelado. Pode pedir licença também - ah sim, como não, por favor, pode passar. E tá tudo certo, é assim mesmo, as coisas são sem controle, mas você pode tentar mandar no seu próprio nariz. Mas tá tudo certo, sem preocupações maiores, pise com o pé no chão, arrume a cama, tome banho, tome o café, obrigado, sou-Lhe grata: felicidade-mór, é mesmo saber cantar! E assim as coisas andam, venha ver, venha, sou toda gratidão, que se fez a luz, talvez água e assim o ar. E tá tudo certo, sem qualquer erro, se ponha à trabalhar.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Lá em casa, me disseram
Lá em casa, me disseram,
reina agora o silêncio absoluto,
cortado, de tempos em tempos,
pelas galinhas e pelo petrúkio...
- pra vc vê que coisa,
o barulho vem mesmo dos mais animais.
O silêncio me vem como fadiga,
e a saudade bate exatamente dizem os poemas,
que falta fazem, o tempo inteiro.
E o português já tá saindo meio gringo,
mas canto e sambo, e que vontade de gingar!
deve ser coisa de brasileiro,
já que quase rodei a baiana, de alegria,
só por ter esbarrado com outro brasileiro!
Pandeiro, cavaquinho e bandolim,
até do forró já me orgulho,
capoeira e só me falta jogar futebol,
porque o samba já está no pé,
e eu que dizia que não sabia sambar,
Realmente a identidade se põe à prova,
e realmente toda cultura tem sua beleza.
os traumas e a forlaleza se põem à mostra,
você é você o tempo inteiro,
e precisa o mediterrâneo te dizer,
o dia e a gloria de se conhecer
cada dia e conhecer coisa nova,
provando de todo queijo e vinho,
afinal, o bourdeau aqui é 1 euro e 75 centavos.
reina agora o silêncio absoluto,
cortado, de tempos em tempos,
pelas galinhas e pelo petrúkio...
- pra vc vê que coisa,
o barulho vem mesmo dos mais animais.
O silêncio me vem como fadiga,
e a saudade bate exatamente dizem os poemas,
que falta fazem, o tempo inteiro.
E o português já tá saindo meio gringo,
mas canto e sambo, e que vontade de gingar!
deve ser coisa de brasileiro,
já que quase rodei a baiana, de alegria,
só por ter esbarrado com outro brasileiro!
Pandeiro, cavaquinho e bandolim,
até do forró já me orgulho,
capoeira e só me falta jogar futebol,
porque o samba já está no pé,
e eu que dizia que não sabia sambar,
Realmente a identidade se põe à prova,
e realmente toda cultura tem sua beleza.
os traumas e a forlaleza se põem à mostra,
você é você o tempo inteiro,
e precisa o mediterrâneo te dizer,
o dia e a gloria de se conhecer
cada dia e conhecer coisa nova,
provando de todo queijo e vinho,
afinal, o bourdeau aqui é 1 euro e 75 centavos.
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