Que o amor não se constroi com razão,
isso todo mundo já sabe,
ora, pois, viva a falácia naturalista:
não se constroi amor com razão.
ora, pois, como sabemos do amor,
senão, quando vivemos o amor,
ao amor, por amor, e de amor.
Da alegria de estar, presenciar, compartilhar,
e amar...
Da ilógica razão de ser aconchego,
o macio, o calor e o sabor,
de estar e amar..
Da plenitude e da graça,
do voar em terra e sonhar,
em queda macia, a mil por hora,
toda hora é hora
de amar....
Para além dos cálculos,
perdura em sentimento.
Para além da razão,
coração.
TUM tum..TUM tum..
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