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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Destrutivo não é a saudade do que me mata,
Mas a falta que faz ser quem sou
Do que sou, é tudo a minha volta
Destrutivo é tudo o que não sou.

Posso dizer-lhe palavras de força,
De quem sabe, assim não é.
E darei-lhe mil exemplos do que deu certo,
Mas a mim, devo deixar de existir.

Sou só sobra de fé que não desiste.
De rezas e esperanças que persistem.

Onde foi de novo que me perdi?
O caminho é mesmo algo sem extremos

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Vou colocar o meu pedido de socorro numa garrafa e jogar no mar.

Tem uma idéia melhor?

Então me ajuda a ignorar toda instabilidade que parecia só me esperar na porta do aeroporto.

E tanto eram os votos de que vai dar tudo certo,

E tanto são as esperanças de que vai dar tudo certo.

E tanto já está dando certo!

O que tá errado então?

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Entre jogos e espinhos, bendito  o dia que escolhi voltar.
Sem olhar para trás, seguindo em frente, escolhi voltar.
Soube errar e perder, venci, escolhi voltar.

Tudo que é natural, tece simples, natural.

É sem erro.

Agora quero ver partida sem nó na garganta.
Que dó, que erro,
lógico que vai doer.