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domingo, 14 de agosto de 2011

a la mandala

Como me parece dificil postar essa vida. Posto que me ponho no posto de escritora de vocabularios limitados, riscos rasgados do descascar interno . Vivo sonhos distantes e piso sobre realidades errantes. Nao que a grama do vizinho esteje mais verde, a minha compoe-se de grama esmeralda. Mas tem uma falta, uma falta, uma falta.
Dai sempre que tento descrever, o cardapio parecera incompleto, os jardins sao belos e seus espinhos prontos para afiar aqueles que se apegam demais em sua beleza. Posto que estamos aqui para ir... All things must pass... E o exercicio supremo ainda permanece o Estar No Presente.
E os segundos que consigo esta proesa, que bela poesia, encanto sem palavras. Uma respiracao completa, uma vida perfeita, divina sensacao de paz interna refletindo a perfeicao dos jardins e mesmo granitos ao meu redor.
Meu mundo sera feito de reflexos. Um prisma de luz que colore a sua volta. Distribuira, se algo, amor, que assim seja, amem.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Perdoe me meu pobre vocabulario, estou enjoada de meus alfabetos, minhas linguagens nao me servem no momento, preciso buscar montanhas e silencios para dizer meus mais profundos desejos de querer ficar bem quietinha e respirar. Perdoe me meu pobre vocabulario, pois que se venho escrever o que me vem sao um vomito de palavras sem muito sentido e sem muita variedade, repeticoes de repeticoes, porque quero viver livre de mim. Entao perdoe me minha pobre poesia que aprecio dia a dia, pois que se te falo, poesia, ja nao 'e. Pois se te falo, poesia, as palavras te roubam de mim.