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sexta-feira, 15 de junho de 2012

unless you stop, it´s unstopable!

All my destinations will accept the one is me
so I can breathe
Garanteed
- Into  the Wild

I can´t stay where I don´t belong.
But where do I belong?

It´s not about a place. Neither people.
I don´t belong in anywhere, but everything can be.

Is about this feeling. A peaceful thing inside all the crazy and madness. 
But it is - indeed, more than a feeling.
Is more than everything together, so how to talk about it?

I could run and run so I´d try to each it,
in fact, that´s what I have been doing all times,
I run from everything that seems not truth
and I fall in every dream possible in words,
and when I see, I am still running!
its unstopable!

unless you stop.
and just breathe
and just be.
and there, I belong.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

o mundo era o meu jardim, e eu fui brincar...

"Nada é mais doloroso do que vermos nossas ilusões descendo ralo abaixo, 
e também nada é mais maravilhoso que isso. " - Alika Finotti





É como uma desintoxicação de tudo que te deixa pra trás, pra baixo, sem rumo, sem retina, sem faro, sem tato. Sair de um vício. Forçando tua própria visão para ver, ainda que nublado, sem destino, sem certeza, Enchendo de ar o pulmão, mesmo que doa, e doa muito deixar tudo que conhece para trás. Aprendendo com o novo, o presente, dia a dia, trabalhar. Morrendo e nascendo... Cresce em si, algo de dignidade, de divino, de certo.Certeza de se apoiar em mais nada além disso. E o que vem e o que passa é também, então isso.


Sim sim sim, num suspiro, ilusões, fui descartando... uma à uma, como se jogasse purpurina e confete no ar, e fui atravessando tal passarela... 
eu via, eu via, eu via!!!,... via brilhar e colorir, um por um, tudo de apego que me tinha em desejo, ... quebrando máscaras desse mundo de sonhos, fantasias e canarvalhesco...

e então, quanto tempo eu tinha para tudo que ainda eu queria fazer, ah ah ah!!!!!!... O mundo era meu jardim... e eu fui brincar...



foto: Letícia Uto

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ando por onde as ruas são de água...

Ando por onde as ruas são de água e os carros são os barcos. Veneza, cidade-sereia, que canta cantos de amores e ilusões... Doce por onde confunde, doce-gelato, gôndolas e sermões. Labirintos, amores e caprichos. Gastará, porém com o doce, da água do mar. Ricos, mascaras, fantasia, arquitetura e poesia, vida imersa, no raso teor humano, por entre canais, palácios e canções. Da serenata que fica no ar, que inspira romanismo e beijo na boca. Veneza, mais que Bela! Romântica e mágica! Suntuosa e polêmica, com seus figurantes de máscaras e listrados... Um teatro em cidade, doce água do mar.