...Apenas porque queria ler, sem maiores pretensões...
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Ando por onde as ruas são de água...
Ando por onde as ruas são de água e os carros são os barcos. Veneza, cidade-sereia, que canta cantos de amores e ilusões... Doce por onde confunde, doce-gelato, gôndolas e sermões. Labirintos, amores e caprichos. Gastará, porém com o doce, da água do mar. Ricos, mascaras, fantasia, arquitetura e poesia, vida imersa, no raso teor humano, por entre canais, palácios e canções. Da serenata que fica no ar, que inspira romanismo e beijo na boca. Veneza, mais que Bela! Romântica e mágica! Suntuosa e polêmica, com seus figurantes de máscaras e listrados... Um teatro em cidade, doce água do mar.
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