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domingo, 9 de maio de 2010

joga-se

Ostenta em palavras,
que vem a quedar,
queixam os costumes,
almejam o mar...

sede de liberdade que te recorda os navegantes,
sede de aventura, de princesas e viajantes,
rende o grosso espasmo da infame,
vida,

livre e fora das formas,
que podam espírito
pensas a sede de viver
dos jovens em todo seu vigor,

vais viver o agora,
vá tecer o ar,
que almejas
e vai-te embora,

era o poeta que dizia
que alegria se tecia em amar,
em gozar a vida plena
por vezes serena,
dessa clérica promessa
da alegria eterna
ao se ser o amar,

que digo eu?
senão o almejo,
senão o desejo,
de livre e de vida.

que dissera tu....
senão a própria viagem
rota e passagem,
glória selvagem
de se atirar,

poesia.

2 comentários:

  1. muito boa. foi pensano em mim que vc escreveu neh, pode falar
    aeiuhaiuehaiuehiauehaeiu
    =**

    t'aime

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  2. só pq te amo, não nego,
    se a carapulça serviu, rs :)
    saudade!

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