Pois bem, que venham,
sentidos e sentimentos a serem resolvidos,
campo de batalha sereno.
É isso que é por inteiro. Nem antes nem depois. Entre tremidos e explosões, gritos e aparentes distrações, não reconheço forma anterior de mim. Mas se chaqualhar um pouco, aparece que nem fantasma. Para seguir essa corda bamba só mesmo com intuição. Mas eventualmente dói, esquemas de sentimentos anteriores e posteriores, se tornam presentes, inquietante mente, mente inquietamente, convincente como a verdade, e se insistir bem, até quem sabe... E como, eu, que não quero dor, vejo doer, campo de batalha de mim. Porque os valores que vi, já não servem mais. Sigo, contudo sigo... sou o escudo e a espada, ora patente, ora latente. Ora carente de calor e aconchego, confusão do desapego ao que ainda se quer. O específico modelo da boa companhia, aquela que se doa por inteiro ao momento e faz do momento atemporal, até nossa própria superação, bem sei. Em outras palavras, basta ser companhia, não precisa ser herói, mas requer olhar um pouco além do seu próprio nariz. Daí, acresça à isso, as cadentes explosões do processo de se conhecer e se reconhecer, a todo tempo, que preside e sempre esteve aqui, que exige espada e escudo, e respiração, que exige atenção e desapropriação, desapego do que não te permite ir mais além. E vale sempre lembrar, afinal, só é pesado se quiser levar a carga.... Costumo dizer que estar bem é um exercício constante, e não uma declaração de independência.. As práticas disso, bom, é o dia a dia... kung fu; doutorado; nei-kung; meditação; livros, sonhos, desejos, lágrimas, sorriso, fome, direito; filmes; personagens, bons personagens; piadas; amigos; família; bom dia, boa tarde, boa noite, enfim... mas às vezes, nessa oscilação toda, sem saber por que, peço perdão a mim.
sentidos e sentimentos a serem resolvidos,
campo de batalha sereno.
É isso que é por inteiro. Nem antes nem depois. Entre tremidos e explosões, gritos e aparentes distrações, não reconheço forma anterior de mim. Mas se chaqualhar um pouco, aparece que nem fantasma. Para seguir essa corda bamba só mesmo com intuição. Mas eventualmente dói, esquemas de sentimentos anteriores e posteriores, se tornam presentes, inquietante mente, mente inquietamente, convincente como a verdade, e se insistir bem, até quem sabe... E como, eu, que não quero dor, vejo doer, campo de batalha de mim. Porque os valores que vi, já não servem mais. Sigo, contudo sigo... sou o escudo e a espada, ora patente, ora latente. Ora carente de calor e aconchego, confusão do desapego ao que ainda se quer. O específico modelo da boa companhia, aquela que se doa por inteiro ao momento e faz do momento atemporal, até nossa própria superação, bem sei. Em outras palavras, basta ser companhia, não precisa ser herói, mas requer olhar um pouco além do seu próprio nariz. Daí, acresça à isso, as cadentes explosões do processo de se conhecer e se reconhecer, a todo tempo, que preside e sempre esteve aqui, que exige espada e escudo, e respiração, que exige atenção e desapropriação, desapego do que não te permite ir mais além. E vale sempre lembrar, afinal, só é pesado se quiser levar a carga.... Costumo dizer que estar bem é um exercício constante, e não uma declaração de independência.. As práticas disso, bom, é o dia a dia... kung fu; doutorado; nei-kung; meditação; livros, sonhos, desejos, lágrimas, sorriso, fome, direito; filmes; personagens, bons personagens; piadas; amigos; família; bom dia, boa tarde, boa noite, enfim... mas às vezes, nessa oscilação toda, sem saber por que, peço perdão a mim.
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