Porque em mais uma noite em que a canção ainda é bela,
caem suas flores, brancas e vermelhas, aos sinos discretos
- quem sabe é hoje, em outra brisa -
e o silêncio cae à noite.
Tão suave seu toque, que primeiro soprou os jardins. Para só quem conhece o quarto e a varanda, bem sabe da rede cor de esperança e da vista, ahhh simm..., a vista...,
- esta que me deixa de joelhos,
e surpresa por me presentear com a sensação-da-primeira-vez-que-se-vê, sempre, basta olhar...
Doce noite tão bela, acolhe meu sono, que terei de te presentear.
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