Soldies
Solidão dali,
solitude de cá,
silêncio pra lá
e pra cá...
Não passe a linha aqui,
não fale nada lá,
amiga é mesma solidão...
e o resto é caminhão,
caminhão de caminhar...
Solidão daqui
solitude de lá
não vamo falá nada,
e blá, blá blá...
:)
kkk! me divirto!!
ResponderExcluirbe my eyes in europe!
ResponderExcluirmuito legal! realmente mara!!
ResponderExcluirLá estavam eles,
ResponderExcluirEntretidos no grande baile da vida:
Resquícios do verão no outono,
que fazia embalar certas medidas...
Digo, boas medidas,
Boas risadas e pisadas.
Viviam em um tempo,
E não lhes avisaram que um tempo,
Seria de tempo em tempos,
E assim viria o contra-tempo.
Este, então chegou:
Abriram a caixa de luz no imenso da solidão,
Da multidão e desilusão,
Como quem abre uma caixinha de música
Em grande quarto, ainda escuro.
Faltou-lhes o chão, ou melhor, o céu,
Ou o horizonte,
E em um impulso atrativo,
correram para as frestas de luz
Que apareciam nas paredes do quarto.
Algo à vista! O que seria?
Formou-se assim a rosa dos ventos:
O círculo que estava fechado abriu-se,
E as lanças antes apontadas para dentro do círculo,
Como ângulos virados passaram a apontar para os pontos cardeais.
Assim ocupou seu pedaço no quarto,
A parte que lhes cabiam no latifúndio,
O pedaço de chão que sustenta os pés,
O vai e vem entre cidades e continentes,
Foi estabelecendo-se.
Formou-se assim a rosa dos ventos:
Cada ângulo em um fresta de luz,
Cristais,
Como que para refletir e expandir a luz,
Que brilhava nas frestas.
Enquanto se esclarece o quarto - shh - silêncio
e enquanto se esclarece o quarto.....
ResponderExcluirsenhoras e senhores, pulem de um pé só!!!!
:)
uau!