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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Soldies - como o inconsciente é coletivo

Soldies


Solidão dali,
solitude de cá,
silêncio pra lá
e pra cá...

Não passe a linha aqui,
não fale nada lá,
amiga é mesma solidão...
e o resto é caminhão,
caminhão de caminhar...

Solidão daqui
solitude de lá
não vamo falá nada,
e blá, blá blá...


:)

5 comentários:

  1. Lá estavam eles,
    Entretidos no grande baile da vida:

    Resquícios do verão no outono,
    que fazia embalar certas medidas...
    Digo, boas medidas,
    Boas risadas e pisadas.

    Viviam em um tempo,
    E não lhes avisaram que um tempo,
    Seria de tempo em tempos,
    E assim viria o contra-tempo.

    Este, então chegou:
    Abriram a caixa de luz no imenso da solidão,
    Da multidão e desilusão,
    Como quem abre uma caixinha de música
    Em grande quarto, ainda escuro.

    Faltou-lhes o chão, ou melhor, o céu,
    Ou o horizonte,
    E em um impulso atrativo,
    correram para as frestas de luz
    Que apareciam nas paredes do quarto.

    Algo à vista! O que seria?

    Formou-se assim a rosa dos ventos:
    O círculo que estava fechado abriu-se,
    E as lanças antes apontadas para dentro do círculo,
    Como ângulos virados passaram a apontar para os pontos cardeais.

    Assim ocupou seu pedaço no quarto,
    A parte que lhes cabiam no latifúndio,
    O pedaço de chão que sustenta os pés,
    O vai e vem entre cidades e continentes,
    Foi estabelecendo-se.

    Formou-se assim a rosa dos ventos:
    Cada ângulo em um fresta de luz,
    Cristais,
    Como que para refletir e expandir a luz,
    Que brilhava nas frestas.

    Enquanto se esclarece o quarto - shh - silêncio

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  2. e enquanto se esclarece o quarto.....
    senhoras e senhores, pulem de um pé só!!!!
    :)
    uau!

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