e quando a paz que sinto por fora não emana e nem vem de dentro. Segue-se coração agora, segue sem ver ao vento. Triste condição que chora, não há calma em pesamento. Não há dor, mas não há rima, nem atenção em movimento. Desespero. Sim, desespero. Tensão em nota de sol, ritmada em sol maior continuada. Mas não grita, nem sente. Não há ruído que atrapalhe e nem mente. Não há sono e nem noite, como rotina que não se vê. E o mês acaba antes de se respirar pela primeira vez. ... é cada palavra em construção... não. não é poesia.
Postado em 13 de abril de 2009,
em Gabriela
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