De tantos olhares no metrô
Restam incomunicáveis.
A não ser os loucos,
os que chamam atenção,
De tantos olhares no metrô,
sempre me surpreendo com a capacidade humana de introspecção,
sempre me surpreendo com a incapacidade humana de introspecção,
Pois os loucos, os que chamam atenção,
perderam-na.
Quem é, neste mundo realmente são?
O louco, que não aguentou sua própria solidão?
Ande de metrô o dia inteiro,
nem a paisagem ajuda, são túneis e mais túneis,
como se fôssemos toupeiras,
Toupeiras da tecnologia,
pois é, de fato, bem legal poder atravessar uma cidade sem trânsito.
Mas ande de metrô o dia inteiro,
veja se aguenta tanta introspecção,
veja se não dá vontade de gritar e explodir.
Restam incomunicáveis.
A não ser os loucos,
os que chamam atenção,
De tantos olhares no metrô,
sempre me surpreendo com a capacidade humana de introspecção,
sempre me surpreendo com a incapacidade humana de introspecção,
Pois os loucos, os que chamam atenção,
perderam-na.
Quem é, neste mundo realmente são?
O louco, que não aguentou sua própria solidão?
Ande de metrô o dia inteiro,
nem a paisagem ajuda, são túneis e mais túneis,
como se fôssemos toupeiras,
Toupeiras da tecnologia,
pois é, de fato, bem legal poder atravessar uma cidade sem trânsito.
Mas ande de metrô o dia inteiro,
veja se aguenta tanta introspecção,
veja se não dá vontade de gritar e explodir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário