"Se minha imaginação permitisse presenciar cada detalhe seu. Não queria perder seu sorriso, nem piscar, porque olhos teus, conquistam o mundo. O que é que tem em seu mudo, abraço não diz quando se tudo. De ternura, olfato, o tato. Me perco, perdi pro futuro; conquistara espaço em mim. Agora que fico assim, vai dizer, vai saber, não tem fim. Tão sonhos, mas que sonhos... espalhei-me por toda no quarto. Quando vi já não estava aqui. Quando foi que perdi teu encanto, teus olhos não ousam a mim. Veja bem, olhe bem, saiba bem. O presente já não está aqui. Sobrou pra mim, você diz; não existe que senão não em mim. Me ponho o que é real, e está fosco, não sei onde ir. Se já soube, então é passado. Quando foi que o presente, eu perdi. Ah, sim, foi nos seus olhos, quando me apeguei no que quis. Foram então os abraços, o olfato e tato, de você, que não estava aqui."
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