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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Monique, 3 da madrugada de 29.09.2011

A finitude move meu ser.
A raridade calcula meu impulso.
Se meu coração cheio de apegos,
Comove-se frente à queda da mais leve pluma,
Já não tenho mais barco pra tanta tempestade..

Que preciosidade é-me a vida,
Que calor é esse que me envolve suas companhias
Solidão que desaparece e só tenhho aconchego,
Sou toda grata, só riso no rosto,
Até me esqueço, é ora de ir.

Pois que a finitude move nossos seres,
A raridade calcula nossos impulsos,
Se meu coração é cheio de apegos,
Revolto-me ao menor sinal de tchau..

Que sentimentos esses, tão traiçoeiros,
acolhida benção agora traz dor?
revolto-me ao ter que lhes dizer tchau.

Porque a finitude move meu ser
E a raridade enche meu pulso,
Não desapego,
mas a gratidão, o carinho, o aconchego,
amaciam-me a queda do impulso
Nesta madrugada, tchau  meus queridos,
Boa viagem, até logo, amo vocês

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