De uma tela toda em branco,
eis que surge uma índia muito bonita. O seu sorriso, quão forte que era, dizia a sua presença! Era só clareza! Presteza de espírito que dá forma à uma força divina que dá brilho aos olhos e ao corpo, que respondia de forma relaxada, e firme. Naturalmente, emanando coragem dessa presteza que liga todos os pontos divinos da terra.
O ato era só um, nessa tela em branco. A índia surgiu, linda, morena e esbelta, com um sorriso firme no rosto, abria os braços para o céu, dando um passo a frente, fechando os olhos e sentindo o seu corpo respirar. Eis que somos todos um: inúmeros pássaros surgem, seguindo de baixo para cima, junto com seus braços que erguiam-se abertos aos céus em um ato de alegria, firmeza e agradecimento, em paz.
Logo essa índia reaparece, e a tela agora era verde, com muita beleza nas árvores e tinha uma cachoeira. Sua pele era clara, mas seus cabelos lisos e escuros, quase pretos. Era esbelta. alta e magra. Mais uma vez sorrindo, olha firme e pula no lago, sentindo a água, a natureza, em uma sensação de plenitude e leveza...
Em seguida, rapidamente sobe um morro, usando das mãos, braços e pernas. Ao chegar lá em cima, suas mãos se abrem, e seu sorriso é pleno, o seu semblante é pleno! Ergue os braços aos céus, dando um leve passo. E a cena se completa com os pássaros vindo, de baixo pra cima, junto com o seu movimento ao erguer os braços e sorrindo, como sendo ela mesma, fonte plena e incessante de agradecimento à existência por inteiro, e tão plenamente que até o horizonte vem a ti.
eis que surge uma índia muito bonita. O seu sorriso, quão forte que era, dizia a sua presença! Era só clareza! Presteza de espírito que dá forma à uma força divina que dá brilho aos olhos e ao corpo, que respondia de forma relaxada, e firme. Naturalmente, emanando coragem dessa presteza que liga todos os pontos divinos da terra.
O ato era só um, nessa tela em branco. A índia surgiu, linda, morena e esbelta, com um sorriso firme no rosto, abria os braços para o céu, dando um passo a frente, fechando os olhos e sentindo o seu corpo respirar. Eis que somos todos um: inúmeros pássaros surgem, seguindo de baixo para cima, junto com seus braços que erguiam-se abertos aos céus em um ato de alegria, firmeza e agradecimento, em paz.
Logo essa índia reaparece, e a tela agora era verde, com muita beleza nas árvores e tinha uma cachoeira. Sua pele era clara, mas seus cabelos lisos e escuros, quase pretos. Era esbelta. alta e magra. Mais uma vez sorrindo, olha firme e pula no lago, sentindo a água, a natureza, em uma sensação de plenitude e leveza...
Em seguida, rapidamente sobe um morro, usando das mãos, braços e pernas. Ao chegar lá em cima, suas mãos se abrem, e seu sorriso é pleno, o seu semblante é pleno! Ergue os braços aos céus, dando um leve passo. E a cena se completa com os pássaros vindo, de baixo pra cima, junto com o seu movimento ao erguer os braços e sorrindo, como sendo ela mesma, fonte plena e incessante de agradecimento à existência por inteiro, e tão plenamente que até o horizonte vem a ti.
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