Eis tarefa que se é tarefa mesmo, é difícil.
Como voltar a si mesmo e não mais se reconhecer?
Não que seja ruim,
mas tudo parece novo de novo,
mais mais do mesmo,
mais do novo...
...same same...
Sou vulcão correndo pelos metrôs,
mas sou o sereno das seivas das bibliotecas,
não quero tocar o eco da solidão,
mas gente demais no barco afunda...
Vida simples que se mostra,
não tem porque desaparecer,
entrando no cotidiano,
fazendo o que se tem que fazer.
E por outro lado,
sou deslumbre...
à cada detalhe do dia que se põe,
da rotina que se faz,
da gorjeta do poeta..
vou cantando e saudando todos os deuses de quem sinto falta,
falta e presença que se faz na mera lembrança..
Doce apreço em solo amparo,
vou tentando organizar as idéias.
ainda que me peso humana,
sou sentidos, tatos e cantos.
Emociono ao ver o tempo passar nas expressões dos rostos.
Engraçado como tempos não voltam, mas não tem problema.
É uma saudade gostosa de um tempo bom que não sabíamos que viria.
Mas tudo isso é mais do mesmo
será isso envelhecer?
porque seria se está tudo novo?
- o que você vai ser quando crescer?
Então tarefa difícil é voltar a si mesmo e não se reconhecer,
não que isso seja ruim,
é mais do novo..
o velho fica velho, fica pra trás de vez,
nem lembrança nem eco, nem resto,
o que sou?
Mas eis que a arte perdoa,
reinam-se os prazeres diários,
meditação é ditar o presente no que ele simplesmente é...
Deus, como estou feliz agora,
que nem sei bem o que fazer,
rs,
então vamos trabalhar ;)
energia boa assim dá trabalho pra se manter,
tem que sorrir todo dia,
e todo anoitecer,
assim,
sorriso de graça,
sem preço, meditando, vivendo...
acontecendo a todo momento
em tudo que se tem que fazer...
Como voltar a si mesmo e não mais se reconhecer?
Não que seja ruim,
mas tudo parece novo de novo,
mais mais do mesmo,
mais do novo...
...same same...
Sou vulcão correndo pelos metrôs,
mas sou o sereno das seivas das bibliotecas,
não quero tocar o eco da solidão,
mas gente demais no barco afunda...
Vida simples que se mostra,
não tem porque desaparecer,
entrando no cotidiano,
fazendo o que se tem que fazer.
E por outro lado,
sou deslumbre...
à cada detalhe do dia que se põe,
da rotina que se faz,
da gorjeta do poeta..
vou cantando e saudando todos os deuses de quem sinto falta,
falta e presença que se faz na mera lembrança..
Doce apreço em solo amparo,
vou tentando organizar as idéias.
ainda que me peso humana,
sou sentidos, tatos e cantos.
Emociono ao ver o tempo passar nas expressões dos rostos.
Engraçado como tempos não voltam, mas não tem problema.
É uma saudade gostosa de um tempo bom que não sabíamos que viria.
Mas tudo isso é mais do mesmo
será isso envelhecer?
porque seria se está tudo novo?
- o que você vai ser quando crescer?
Então tarefa difícil é voltar a si mesmo e não se reconhecer,
não que isso seja ruim,
é mais do novo..
o velho fica velho, fica pra trás de vez,
nem lembrança nem eco, nem resto,
o que sou?
Mas eis que a arte perdoa,
reinam-se os prazeres diários,
meditação é ditar o presente no que ele simplesmente é...
Deus, como estou feliz agora,
que nem sei bem o que fazer,
rs,
então vamos trabalhar ;)
energia boa assim dá trabalho pra se manter,
tem que sorrir todo dia,
e todo anoitecer,
assim,
sorriso de graça,
sem preço, meditando, vivendo...
acontecendo a todo momento
em tudo que se tem que fazer...
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