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terça-feira, 1 de novembro de 2011


De tempos em tempos toda euforia cansa, exatamente como todos os de tempos em tempos... às vezes corro dessa centrífuga poesia, inútil esforço se minha escrita é também respirar... pois também quero correr das idéias formadas e que vão se formando no mundo, como se isso fosse possível estando nelas, à surfar. Escorrego pela beirada de todo sorvete, porque é doce. Tiro o açúcar do café por três dias, o café com açúcar me parece alienígena. Mudo meu paladar. Me pergunto o quão forte eu sou, se nada sou que senão a onda berrante por dentro de meu corpo... de tempos em tempos eu te leio, aqui ou ali, o risco é sempre velejar...porque escrita é caminho sem volta, volto e sinto tudo como tudo que se tem todo ser ao expressar...sim, o universo é um trem cumprido, e a gente fala pelos cotovelos.

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