Curiosidade pendular: da guerra que fiz de mim, sempre precisar melhorar. Só não entendia porque me tinha tristeza... além do clássico vazio que buscamos preencher... só não estava claro... E segui em busca de não sei bem o que, guiada por um pêndulo nunca pronto entre razão e intuição, mas que tá indo super bem até agora. O vazio... bem.. o vazio sempre some perto da natureza. E por isso todo pôr do sol é bem vindo :)
Daí entendi mais ou menos as tais raízes tristes. Num chá de lucidez, nesses espasmos de consciência, breves relâmpagos em mar adormecido. E da intuição para a razão, foi algo assim:
Se já perdi uma vez, o plano não perder mais nada: não errar, não desatentar, se ater aos detalhes, ao sol, energia, ao ar, respirar. Aproveitar toda companhia agradável e bem-vinda quanto possível, afinal nada dura do jeito que as coisas são. Era querer uma base de arqueiro em lama.
Então almejei a melhor base, para ter alguma base....caminho pra dentro de si, daqueles que são caminhos sem volta, e às vezes sem dó...
Então tá, daí tudo bem. Mas tinha uma pedra de tristeza q não saia da minha bota. Ego magoado calejando vida afora...Ego - sempre mimo demais pra se seguir mais rápido...
Da tristeza, o apego, aí ferrô tudo... E foi quase sempre assim: a cada tpm ia por água abaixo toda força construída, ciclicamente e ritmada...baixa-alta estima... Por isso também que não gosto do dormir: a gente passa o dia todo buscando consciência, consciência, consciência, até que consegue alguns estalos, para o corpo vir e avisar que precisa dormir, perdendo a consciência e ter que começar tudo de novo no dia seguinte... Acordar então parece sempre um ato violento de "onde estou" essa troca de lugares entre o sono e o acordar... Acho q daí tendo pro tal mau humor matinal que tanto abomino... Bom humor, afinal, é tão bom....
Então, são 23:49, tô com sono, e quero continuar lendo "A décima profecia" :)
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